domingo, 15 de janeiro de 2012

O trânsito em São Paulo: causas e consequências

Interessante documentário sobre a evolução da infraestrutura urbana de São Paulo da década de 20 até os dias de hoje, mostrando que as escolhas feitas naquela época, em termos de critérios de urbanização, estão nas causas dos principais problemas da cidade de São Paulo hoje em dia: trânsito e enchentes.

trânsito em São Paulo

O documentário embute uma crítica à construção do trecho norte do Rodoanel. Entretanto, sem o Rodoanel, São Paulo, que já está parada, vai ficar imobilizada.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Privataria Tucana - a resposta de Verônica Serra aos difamadores

Verônica Serra, filha do ex-governador de São Paulo, a propósito do mais recente dossiê - este em forma de livro - fabricado contra o PSDB - é uma peneira gasta para tapar o sol da corrupção em série nos governos do PT. Nada foi mais investigado no Brasil do que as privatizações. A tentativa de ressuscitar o tema seria ridícula se mirasse apenas os alvos preferenciais do petismo.

Privataria Tucana

Mas atacar a família de um adversário do jeito que têm atacado Verônica ultrapassa qualquer limite da “luta política”, como eles dizem. Até bandidos têm código. Os que estão por trás deste ataque não têm nenhum.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Retrospectiva 2011 via Google Zeitgeist

O Google emite todo ano um relatório consolidado do mercado de buscas, e disponibiliza essas informações no Google Zeitgeist.

Retrospectiva 2011

A retrospectiva de 2011 já foi lançada junto com vídeo, que você confere abaixo.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Emplavi aciona judicialmente os manifestantes anti-noroeste

A Construtora Emplavi fez saber por meios de seus canais institucionais de comunicação, que entrou com ação judicial de reparação de danos materiais contra os manifestantes do Setor Noroeste que depredaram, destruíram e impediram suas operações no Setor Noroeste, em Brasília.

Emplavi - Setor Noroeste - Indígenas

A empresa impetrou na última terça-feira (06/12) ação contra os manifestantes (estudantes desocupados da UNB auto-intitulados "ambientalistas") que tentam impedir a livre consecução das obras no novo bairro ecológico de Brasília - o Setor Noroeste.

sábado, 26 de novembro de 2011

A primeira coisa que eu faço quando vejo uma bolha é comprar - George Soros

Enquanto alguns revoltados com o lucro alheio ficam torcendo por estouro de bolhas (já estão torcendo há mais de um ano), investidores estão surfando em subidas de preços. O mega especulador do mercado financeiro George Soros afirma, em entrevista ao The Wall Street Jornal que "quando vejo uma bolha primeiro que eu faço é comprar, porque se eu estiver certo, a bolha vai desenvolver e eu vou ganhar dinheiro. E se eu vejo uma bolha e vejo uma falha na bolha, então eu fico realmente feliz, porque eu sei que eu preciso vender - a maioria das bolhas você não sabe que elas são bolhas."


Mais algumas citações de George Soros:

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Decisão judicial garante continuidade das obras no Setor Noroeste em Brasília

O G1 informa que as obras no Setor Noroeste continuam paralisadas na manhã desta terça-feira (8), porém com previsão de serem retomadas na quarta-feira (9), às 7h da manhã. Será que serão retomadas mesmo? Já foram feitos anúncios de que as obras seriam "retomadas" algumas vezes e precisaram parar pois os maconheiros fascistas da UnB e demais desocupados insistem em agredir seguranças de empresas e tentar impedir os outros de trabalhar.


A verdade dos fatos é que esses facistóides da UnB que querem preservar o local "sagrado" onde queimam o seu fumo. Mas existem outros interesses envolvidos: militantes de partidos políticos estão infiltrados no movimento, e acabam manipulando alguns inocentes úteis que se juntam ao movimento com boa fé, para fazer valer os interesses de seus partidos e grupelhos políticos.

O trânsito influencia no preço dos imóveis

Ao longo dos últimos três anos, o preço dos imóveis nas capitais brasileiras tem aumentado de forma brutal. Alguns aumentos chegaram a atingir valorizações de mais de 100% nesse período, com bairros ultrapassando preços médios de 15 mil reais o m2. Quais as razões que motivam esses aumentos? Será que existe um vínculo entre o problema de transporte e a valorização dos imóveis? E o que acontece com os mercados considerados de “alto luxo”, mais conhecidos como bairros nobres?

A influência do trânsito no preço dos imóveis

É claro que o aumento no preço dos imóveis decorre primordialmente de outros fatores, sobretudo aqueles relacionados ao aumento no nível de renda da população e no acesso a crédito, este talvez o principal motor do mercado de habitação. O Brasil tem uma fortíssima demanda por habitação, ainda com inúmeras favelas. Então, ao lado das taxas de juros, os programas governamentais de habitação acabam, por via reflexa, também influenciando os preços dos imóveis em geral, alterando a relação custo e benefício do aluguel vs. compra.

sábado, 5 de novembro de 2011

Crescente influência do Brasil é alvo de protestos na América Latina

O presidente da Bolívia - Evo Morales - e objeto de raiva de manifestantes indígenas que o chamam de "lacaio do Brasil" em manifestações na frente da embaixada brasileira em La Paz que denunciam as tendências imperialistas do Brasil. Intelectuais bolivianos criticam a burguesia paulista, comparando-os aos caçadores de escravos que expandiram as fronteiras do Brasil colonial.

Imperialismo brasileiro é alvo de protestos na Bolívia

Imperialismo: esse tipo de crítica costumeiramente reservada aos Estados Unidos, há algum tempo é dirigida também ao Brasil, que tem exercido influência extraordinária em toda a América Latina. Da mesma forma que os Estados Unidos, o Brasil cada vez mais flexiona seu poder político e econômico na região, e começa a experimentar o mesmo tipo de reação contra a crescente influência.

Os índios do Setor Noroeste vestem GAP

Uma reportagem publicada no site da Revista Veja sobre a "eclética aldeia indígena da capital federal", localizada Setor Noroeste, mostra que a disputa é travada por índios que vestem GAP e Reebok, apoiados por estudantes em tempo integral (alguns dos quais apoiadores também da Marcha da Maconha) e advogados que chegaram a exigir R$75 milhões de reais para desocupar a área.

Índios do Setor Noroeste  vestindo GAP

O Noroeste é reivindicado por moradores, integrantes de tribos Fulniô, Guajajara, Kariri-Xocó e Terena, que afirmam que a área começou a ser ocupada por tais tribos em em 1957 por "parentes" que se mudaram para o Centro-Oeste com o intuito de trabalhar na construção da nova capital. Entretanto, estudos antropológicos mostram que quando Brasília começou a ser construída não havia sinal da presença indígena e a área era apenas um ponto de passagem de grupos nativos que nunca se fixaram na área onde hoje é o Distrito Federal. A própria Fundação Nacional do Índio - FUNAI - não reconhece o local como uma área tradicional dos indígenas.