sábado, 24 de novembro de 2012

Consultoria americana descarta bolha imobiliária no Brasil

Waseem Saddique, Presidente da Housetech Developments - consultoria americana especializada em mercado imobiliário, descarta preocupações em torno de uma suposta bolha de preços no Mercado Imobiliário Brasileiro.


A imprensa brasileira vem levantando preocupações de "bolha" no mercado imobiliário brasileiro, e, em alguns casos, informando que a mesma está "prestes a explodir". Entretanto, Waseem Saddique - CEO da Housetech Developments CEO, desmentiu esses boatos.

Segundo o executivo, "uma das áreas do nordeste do Brasil, que passa atualmente por um boom imobiliário, e que desmente as interpretações equivocadas segundo as quais o Brasil tem uma Bolha Imobiliária, é Pernanbuco".

Há muitos fatores por trás do boom imobiliário sendo testemunhado em Pernambuco, em particular o custo dos imóveis na região é muito menor do que nas regiões Sul e Sudeste nos arredores de São Paulo e Rio de Janeiro, atraindo compradores brasileiros e investidores imobiliários do exterior. No entanto, a maior parte do crescimento pode ser atribuído ao crescimento económico crescente.

Em 2011 a economia do Estado de Pernambuco cresceu fenomenais 9,3%, e outras áreas do nordeste como Ceará e Maranhão também estão experimentando grande escala de crescimento económico e o surgimento de empreendimentos industriais, como expansões portuárias.

Waseem Saddique afirma: "Nunca houve um melhor momento para investir no mercado imobiliário brasileiro, especialmente no nordeste. O potencial de retorno é enorme e os investimentos estão provando ser uma perspectiva atraente para os investidores que querem investir no Mercado Imobiliário Brasileiro ".

Ao lado reduzidos os preços dos imóveis, as taxas de juros brasileiras também estão no seu patamar mais baixo da história (atualmente em torno de 7,25%), e os prazos se ampliaram para 30 a 35 anos. Isto significa que um número significativo da população brasileira têm agora acesso a hipotecas acessíveis e são capazes de comprar propriedades que não estavam dentro do seu alcance anteriormente.

"Só nos últimos 3 ou 4 anos temos visto uma queda nas taxas de juros associadas com as hipotecas brasileiura para valores de um dígito. Além disso, os prazos subiram de 15 a 20 anos para 30 a 35 anos.

O Brasil está atualmente experimentando um aumento em pessoas consideradas como cidadãos de classe média. Assim, os brasileiros começam a ganhar mais e buscam comprar um imóvel próprio. Isso significa que os investidores têm comprado propriedades brasileiras para revendê-los, posteriormente, para compradores finais e .

A necessidade de mais habitações no Brasil é evidente, tanto que o País tem atualmente um déficit habitacional de aproximadamente 8 milhões de residências segundo estimativas oficiais. No entanto, especialistas da indústria acreditam que o déficit é muito maior, o que levará a um boom construção de casas, projetos de desenvolvimento habitacional e programas sociais habitacionais para atender a demanda das pessoas que querem comprar uma casa no Brasil.

Fonte:  PRWEB

35 comentários:

  1. Isso significa que...

    Permanecerei morando de aluguel por 15/20 anos até que os níveis de preços dos imóveis se estabilizem?

    Lembre-se que a economia do Brasil de Hoje é a mesma do Brasil Colônia. Tecnologia zero, comoditty 99%.

    Pra quem a gente vai vender comoditty com o mundo desenvolvido e tecnológico em crise? Como vamos crescer economicamente com nossa taxa de formação de engenheiros, profissionais de TI e cientistas das áreas químico-biológicas tão irrisória?

    Eu permanecerei aguardando uma nova rodada de estabilidade de preços a la anos 80/90. Se não acontecer, ao menos terei morado onde me deu vontade por toda a minha vida. E se enjoar, me mudo de bairro. Coisa que comprando eu jamais conseguiria.

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    1. comoditty é uma indústria sofisticada, como petróleo, agronegócio, etc, que tem muita tecnologia na cadeia produtiva.

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    2. O Brasil é referência nas commodities agrícolas, temos tudo pra agregar valor neste segmento. Basta o governo colaborar.

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    3. Visitei sua página também e me amarrei. Nem li o restante das matérias, só o primeiro. Eu adivinhei o país já no primeiro parágrafo.

      Fui no Chile esse ano, minha primeira viagem ao exterior. Na boa, me encantei como TUDO funciona lá. Meio assim, os preços de tudo lá são caros, caros no sentido de: mesmo preço que o Brasil. Exatamente preços equivalentes (imóveis são mais baratos, rsss. Santiago que é meio preço de Brasília/Rio. Mas eles merecem ter esse preço).

      Tudo é preço de Brasil, mas tudo, absolutamente TUDO funciona muito muito muito bem. Adorei o país e pretendo retornar outras vezes.

      E gostei do seu blog também. Pretendo retornar mais vezes nele.

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    4. Ah, Kássia. Concordo que a cadeia de produção e refino de petróleo é bastante complexa e demanda mta tecnologia. Concordo que parte do agronegócio também demanda muita pesquisa biológico-química.

      Mas vamos empregar só noruegueses, americanos, canadenses, australianos e coreanos aqui no Brasil.

      Brasileiro só quer estudar Serviço Social, Comunicação Social, História e principalmente Direito. Afinal, pra Direito tem mais concurso público, né?

      Então, sonha que nossas commoditties vão realmente transformar esse país. A gente exporta café aos montes. E importa muito mais, da Alemanha, só que com o preço 5 vezes mais caro do que exportamos.

      Hehehe. Algumas coisas nesse país me dão uma angústia sem tamanho. rss

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    5. O governo federal parece que acordou para a necessidade de turbinar as áreas de exatas e de tecnologia. E o programa Ciência sem Fronteiras está mandando centenas de milhares de universitários dessas áreas para estudar nas melhores escolas dos EUA, Alemnha e etc. Então temos que ver que demorou, mas, parece que acordaram para a vida.

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  2. Através do site da Local imóveis (dita maio imobiliária do Brasil) fiz uma pesquisa sobre imóveis disponíveis e a renda necessária para financiá-los em são paulo capital, cheguei a seguinte conclusão: se você ganha 5k + 50k de entrada você teria acesso a um credito de 267k e poderia escolher entre 7% dos imovéis anunciados, com 10k + 100k de entrada, crédito de 435k e 29,5% dos imóveis, com 15k + 150 k seriam 652k e 48% dos imóveis, com 20k + 200K seriam 870k e 61% dos imovéis e com 25k + 250k 1087k e 65% dos imóveis anunciados. 34% dos imóveis anunciados em São Paulo capital, custam mais de 1 milhão e para comprá-los você teria de ter uma renda comprovada maior do que 25000 reais fora a entrada, e venho aqui frisar o termo comprovada, por que para financiar você tem que comprová-la, tem que estar de acordo com os dados do IBGE e a receita federal e não nos dados DATAKassia. Só os imóveis acima de 1 milhão são 18883 num total de 55475, enquanto os imóveis abaixo de 100k são 11, os abaixo de 200K (que poderiam ser financiados pelo MCMV) são 448 imóveis. Se existe um mercado para esta conjuntura com certeza não é baseado na renda, nos juros aplicados ou no tempo de financiamento, isso fica mais óbvio ao analisar qualquer pesquisa disponível sobre renda per capita ou familiar do brasileiro, portanto essa história contada por esse pretenso consultor é uma piada de mal gosto, se alguém esta comprando estes imóveis não é a população em geral, pode até ser que sejam grupos de investimentos, sonegador é mais o que nossa amiga kássia quiser inventar, mas com certeza não são os meros mortais que vivem de salário, contudo todos sabemos que não tem é ninguém comprando imóvel algum.
    Kássia na tentativa de sustentar uma posição cada vez mais frágil você vem escolhendo fontes cada vez mais duvidosas e mal sustentadas, se acha que consegue convencer alguém ainda busque melhores argumentos, porque sua missão de detonar bolhotas já era!

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  3. Kássia na tentativa de sustentar uma posição cada vez mais frágil você vem escolhendo fontes cada vez mais duvidosas e mal sustentadas

    Pelo menos não são falsas.

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    1. Se você acredita que qualquer um dos dados que coloquei aí são falsos eu te convido a entrar no site da Lopes e fazer uma procura, como eu apresentei acima. Minha análise é mais simples possível, qualquer um pode comprová-la, é só entrar no site da lopes. Inclusive usei o simulador deles para calcular a relação crédito e renda.
      Você se engana quando coloca que suas analises não são falsas, pois a análise apresentada por você além de não corresponder a realidade brasileira como demonstrado acima é realizado por uma consultoria ligada ao mercado imobiliário, que por si só já seria um grande viés de análise em qualquer estudo.
      Eu orientaria você a se basear em estudos mais bem elaborados, que não possam estar viciados em vieses, como é o estudo do Mário Jorge Mendonça e Adolfo Sachsida.
      Caso contrário Kássia, pode parecer que você faz parte do setor imobiliário e faz o que apenas por interesse próprio.

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    2. e que vc e newbie neste blog. existem centenas de artigos aqui sobte bolha, inclusive um do bis/yale.

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    3. Primeiro que eu não sei o que significa essa expressão "newbie", deve ser um dialeto usado no universo dos corretores. Segundo que pode até ser um bom predicado o estudo vir de uma grande instituição, mas o principal é que este tenha conteudo e que respeite as regras para uma boa formulação, aplicação e análise, independente dele ter sido realizado em Yale, Harvard, Cornell, ou qualquer outra instituição. No entanto, sei que para algumas pessoas como você, ligadas e marcas, grifes, status, deve ser o bastante para acreditar em qualquer coisa.
      No que diz respeito a opinião acima, que é o que foi discutido, e não o estudo de Yale, se trata de um lixo, provavelmente não foi baseada em qualquer estudo e não condiz com a nossa realidade pelos próprios motivos apresentados pelo autor.
      Finalmente kassia foi você que colocou essa porcaria de texto como argumento para explicar não existência da bolha imobiliária, se no blog existem estudos de qualidade como você coloca, o importante é que esta análise principalmente e algumas anteriores são de péssima fundamentação.

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    4. Ok, então faz o seguinte: cria um blog aí e faz melhor. Eu juro que vou lá ler...

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  4. Ploc!

    Ploc!

    Ploc!

    Como eu já falei há anos, o problema não é bolha em si, não é PIB, é falta de renda: a renda do brasileiro não lhe permite mais comprar imóveis.

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    1. A redução dos juros e a ampliação dos prazos permitiu às pessoas comprar imóveis mais caros. Esse é um dos componentes estruturais da elevação dos preços. Enquanto os juros estiverem baixos e os prazos longos, os preços não vão cair.

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    2. Vai depender do grau de inadimplência.

      Os juros podem estar baixos mas as regras restritas de concessão de crédito imobiliário podem impedir que se aumente o crédito. Aí o volume e taxa de crescimento de crédito podem não mudar mesmo com juros baixos, e os preços não subirem.

      Você emprestaria 500 mil reais pra uma pessoa que ganha 20 mil reais mas que tem uma dívida de 150 mil reais com bancos, financeiras, hospitais, planos de saúde, compromete 40% da renda com pensão alimentícia e é diabético ou hipertenso (rss, esses últimos foram só cereja de bolo, rss)?

      Se a classe média já está ficando muito endividada, imagina as classes mais baixas! E até com as ricas pode ocorrer.

      Eu lembro na crise de 2008, eu fui no shopping Rio Sul pra comprar uma camisa, e saí de lá com um automóvel cheio de compras. Me enfiaram tanta coisa, mas tanta coisa com descontos de até 80% (sem anunciar em televisão e não era liquidação) que eu não resisti e renovei meu guarda-roupa.

      Sabe o que aconteceu? Os estoques das lojas estavam abarrotados, entupidos. As lojas estavam às moscas numa sexta-feira. Todos os vendedores foram super atenciosos comigo.

      Eu achei que era pegadinha (embora os preços realmente estivessem mto baixos. Camisas sociais por 50 reais, camisetas por 5 reais, etc...), mas nada, eles chegaram a me mostrar as notas fiscais dos fornecedores, e realmente, quase nem tinha margem da loja. Eles falaram que tavam vendendo para girar estoque. Fazer capital de giro.

      O shopping Rio Sul é voltado pras classes A e B. Durante a crise de 2008/2009, essas classes se sentiram mais pobres por conta dos efeitos da crise financeira e por uma crise de confiança, e simplesmente fecharam a torneira dos gastos. Inclusive a inadimplência no cheque especial nesse ano disparou nessas classes.

      Lembrando, nesse ano os juros estavam a 8,75% a.a. O menor da História até a época. Embora as classes A/B estivessem parcimoniosas nesse ano, as classe C e D consumiam feito "aniversário Guanabara" (leia-se, "black friday" de VERDADE MESMO em supermercado popular, rss).

      Enfim, são muitas as variáveis possíveis.

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    3. Fala-se tanto que o Brasil está endividado, mas o fato é que o endividamento agregado brasileiro é ridículo perto dos observados nos países ricos. Se vc somar dívida pública brasileira (35% do PIB) com privada (40% do PIB), não chega nem a 100% do PIB, enquanto nos EUA esse índice chega a 300%. No Japão só a dívida pública é mais de 150% do PIB.
      Ou seja, tem muito espaço para o crescimento do crédito no Brasil ainda.

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    4. Kássia, estruturas diferentes, conjunturas diferentes exigem análises diferentes.

      Não tem como comparar relação dívida PIB de países cuja principal componente geradora da dívida foi investimento, com países cuja principal componente geradora da dívida é custeio (consumo).

      Da mesma forma, você não acha que a grosso modo um país cuja taxa de juros da economia é de 2% a.a. e a relação crédito imobiliário/PIB é de 50% não pode equivaler a uma economia cuja taxa de juros é de 4% a.a e a relação crédito imobiliário/PIB é de 25%, ou uma cuja taxa seja de 8% a.a. e a relação cred imob/PIB seja de 12,5%? A relação não é assim linear, mas é perfeitamente plausível.

      Uma economia com taxa de juros de 7,5% a.a., com restrição de acesso ao crédito de 1/3 da renda comprovada, e com restrições etárias pode sim estar "inflada" tendo apenas 6% de relação cred. imob/PIB. Não sei se é o caso brasileiro, não fiz estudos aprofundados, não fiz avaliações empíricas. Mas não acho tão inconcebível assim minha hipótese.

      Afinal, taxas de juros mexem com valores do dinheiro no tempo, valor presente (VP). O estoque é o mesmo, mas o VP aumenta ou diminui de acordo com a taxa de juros. Se a taxa de juros cai, o VP/PIB aumenta. Se a taxa de juros aumenta, o VP/PIB cai.

      E vc apontou a dívida do governo e do setor privado empresarial. Não das famílias. Quem compra o grosso dos imóveis residenciais não são as empresas nem o governo, são as famílias.

      E a regra de decisão das famílias brasileiras, nunca foi a taxa de juros, como sabemos (vide Casas Bahia), mas sim, o número de parcelas, a renda e as expectativas ou preferências. Embora a taxa de juros seja sim um determinante para demanda de imóveis, só que as famílias brasileiras usam-na como variável implícita, dentro da renda.

      O número de parcelas aumentou, forçando aumento de demanda. A renda está crescendo num ritmo mais baixo que o preço de imóveis, o que força uma desaceleração da demanda. As preferências dos brasileiros é pela posse do bem, o que força o aumento da demanda. E as expectativas, por enquanto, ainda estão favoráveis, o que força também o aumento da demanda.

      São 3 variáveis para cima e uma para baixo ou no mesmo lugar. Sendo que o peso de cada uma delas não é equalitário. E para cada indivíduo é diferente.

      Eu tenho atualmente renda para comprar um imóvel, mas minha preferência por posse é baixa, minha expectativa de manutenção ou crescimento da minha qualidade de vida é baixa, e a relevância que eu dou pro número de parcelas é zero. A taxa de juros me parece convidativa, mas me recuso a pegar dinheiro emprestado por mais de 5% a.a. Mas eu não sou o consumidor representativo de imóveis no Brasil.

      De todo modo, você disse uma vez que estava menos otimista com o mercado imobiliário. Acho que é pra estar mesmo, tá uma lambança.

      O único bom que eu tenho visto aqui no Rio, é que indiretamente está gentrificando os bairros.

      Botafogo e Flamengo tá virando local de habitação de pessoas com estirpe de Ipanema e Leblon, embora os bairros ainda sejam muito mais ou menos em termos de ruas, calçadas, etc..Pessoas que estavam na base da pirâmide de renda nos bairros nobres, estão sendo expulsas pro "second best" imediato. E com isso, chegam com novas preferências, com outro patamar de cultura, demandando essas coisas no bairro.

      Os bairros vão se transformando, e aqueles bares pé sujos começam a dar lugar a cafés e similares. Cinemas falidos viram teatros. E etc...

      O problema é o "custo" e o motor dessa transformação.

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  5. Desculpa, mas querer comparar Recife com São Paulo ou Rio de Janeiro é piada, né?

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  6. Gostaria de parabenizar a Kássia por sua postura e firmeza em acreditar fielmente naquilo que posta.
    Em segundo lugar aviso que nunca me diverti tanto ao ver os absurdos que ela coloca aqui, kkkk...
    Em todos os blogs que ela cita existem uma infinidade de cometários e relatos de pessoas reafirmando a notícias e fatos, já neste espaço que estamos, há apenas um ser, um tanto quanto alucinado, que briga bravamente para provar uma uma teoria ilusória que fora implantada em sua mente por um governo corrupto que abusa do assistencialismo para se manter no poder e que se utiliza sem dó "da boa intenção" de pessoas como a Kássia para enriquecer e fazer a população acreditar que tudo está bem e a economia vai as mil maravilhas.
    Kássia, é isso aí, não acredite no ditado que "uma andorinha não faz verão" e boa sorte, você vai precisar...

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    1. Querido, se você ler o meu blog verificará que eu não aprovo também o governo petralha. Ocorre que temos que reconhecer: os petralhas são os mais competentes, do ponto de vista político-eleitoral (não gerencial), que o país dispõe. E seus principais adversários, os tucanos, nos quais votei bastante, estão cada dia piores.

      Apesar de não gostar do governo petralha, eu não nego a realidade e os fatos. De 2003 a 2012 o PIB brasileiro QUINTUPLICOU em dólares. Não vou discutir as razões, mas o fato que durante o govenro petralha, mais de 40 milhões de pessoas foram tiradas da pobreza.

      Além disso, os caras conseguiram Copa e Olimpíada no Brasil, que está gerando investimentos em infra e dinamizando a economia. E, além de tudo, ainda tem o pré-sal, que vai começar a turbinar a arrecadação tributária federal a partir de 2015, e isso será usado para turbinar as políticas sociais, que por sua vez, turbinarão os votos dos petralhas.

      Então, amigos, esses são os fatos, gostem-se deles (eu não gosto) ou não: o Brasil vive sim um processo de transformação econômico e social que tem reflexos políticos e econômicos (como o caso do preço dos imóveis).

      Quem quer acreditar em fantasias, profetas, notícias falsificadas e pirações, pode ir em outros sites aí, como o bolha imobiliária, por exemplo. Aqui fico com os fatos mesmo.

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    2. Eu acredito em renda x valor dos imóveis. O resto é resto.
      Não é à toa que apostaram na venda de milhares de imóveis em Brasília acima de R$ 500.000 e agora existem milhares de imóveis devolvidos para construtoras e de agionários desesperados para encontrar um comprador.

      A demanda por imóveis é alta, e mesmo tendo renda, as pessoas não estão dispostas a pagar os preços ofertados.

      Eu tenho dinheiro para comprar uma ferrari, mas não compro.

      Eu tenho dinheiro para comprar um apartamento de 3 quartos no Noroeste por R$ 1.000.000, mas não vale o preço que pedem. E assim como eu, milhares de pessoas pensam assim.

      E tantos outros, além de pensar assim, não tem este dinheiro todo.

      Resultado, a oferta ficou bem maior do que a procura (pois procura não é somente quem quer comprar, mas quem pode comprar, e quem realmente está disposto a pagar).

      E os brasilienses já disseram:

      Diga não à especulação imobiliária em Brasília!

      Diga não aos preços absurdos do Setor Noroeste!

      Diga não aos preços absurdos do Park Sul: preço de Plano Piloto em apartamento no Guará.

      Diga não ao paliteiro de Águas Claras!

      Diga não aos imóveis de periferia com preço de imóvel central: onde já se viu comprar imóvel do lado de boca de fumo por R$ 3.500, R$ 4.000.

      A bomba está prestes a estourar!

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    3. Kássia, o PIB quintuplicou, mas a renda não.

      Entenda, minha corretora de imóveis, sem dinheiro você não compra. Se a minha renda não quintuplicou, não adianta você dar explicações econômicas, eu não vou comprar.

      Pense no seguinte: hoje um carro popular custa R$ 30.000 a R$ 40.000. Hoje eu posso comprar este carro. Suponha que em pouco tempo ele passe a custar R$ 80.000. Eu vou pensar, mas pagar tão mais caro por algo tão mais ou menos.

      Irei comprar um carro pior? Talvez. Mas de repente vejo que compensa mais eu alugar este carro, por um preço muito bom.

      É o que está acontecendo com os imóveis: os preços descolaram da realidade, e as pessoas acordaram. Antes, com um pouco de aperto, ainda se conseguia comprar, pois os preços aumentavam em Brasília, na média de 10% ao ano. Com o pulo de 10% para 20%, os imóveis duplicaram de preço, ou até mais, e isto simplesmente acabou com as possibilidades de compra da maior parte da população, pois quem tinha condições de trocar de apartamento de 3 para 4 quartos, não tem mais. Quem comprava um de 3, hoje só compra kit, ou então um 2 quartos lá no fim do mundo.

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    4. Não adianta tentar explicar a ela que os preço cobrado pelos imóveis estaõ descolados da realidade, uma centena de pessoas já tentou, apresentado incontáveis dados, argumentos, fatos, mas ainda assim ela continua se fazendo de boba, prefere adotar esse discurso lírico vendido pelo governo, ou inventa teorias de que os imóveis são comprados por uma classe invisível que tem mais dinheiro do que a gente imagina e que não aparece em nenhuma pesquisa feita até hoje, isso quando ela não quer se justificar aparentando ter domínio técnico do assunto.
      Porém, até hoje ela não apresentou uma explicação plausível para o fato dos imóveis estarem muito acima da capacidade do brasileiro pagar.
      Ela não entende, ou fingi não entender, que no final das contas essa oferta tem que chegar a massa e se essa não tem a renda não compra, se ninguém compra do investidor ou da construtora, o investidor também não compra da construtora ou da imobiliário, simples assim, sem muita invenção ou enrolação técnica, sem inventar subterfúgio para tentar explicar o óbvio.

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    5. ela eh representante das grandes construtoras oligopolisticas que atuam no setor noroeste. mas ninguem caiu nessa falacia de bairro ecologico. cooperativas conseguem entregar com folga metro quadrado a 5 ou 6 mil o metro enquanto construtoras querem tirar o lucro da vida toda em poucos anos cobrando o absurdo de 10 mil. tudo isso com a conivencia de jornais vendidos.

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    6. Estão chegando um monte de bolhotas newbies neste blog, e todos eles vem com desculpinha de que a (sua) renda não acompanhou os preços dos imóveis, então, pronto, concluem que há uma bolha e, logo, basta esperar sentado que milagrosamente os preços cairão. Nada mais falacioso.

      Quanto à renda, eu já escrevi um artigo "Derrubando mitos da bolha imobiliária: a insuficiência de renda". Lá está tudo explicado com fatos os motivos pelos quais dizer que a renda não acompanhou os preços é uma FALÁCIA.

      O link do artigo segue abaixo:

      http://www.politicaeconomia.com/2011/10/derrubando-mitos-da-bolha-imobiliaria.html

      Os bolhotas precisam entender que os preços respodem à diversos inputs econômicos, mas "torcida" não é um deles. E outra, fica reclamando que preço está alto é exatamente igual ao que fazem aquelas tias na feira reclamando que o preço da abobrinha está "pela hora da morte"...kkkk...Pode até ser verdade, só que elas vão pagar esse preço, do contrário não levam a abobrinha para casa...RS..rs..

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    7. cliquei no link p ver o artigo citado, parece brincadeira...

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  7. Você mesma defende que um dos motivos do aumento dos preços é o aumento da renda...

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    1. A renda aumentou mas não tanto quanto os imóveis, mas a queda dos juros e ampliação dos prazos permitiu à mesma renda comprar imóveis mais caros. Está tudo bem desenhado aqui:

      http://www.politicaeconomia.com/2011/10/derrubando-mitos-da-bolha-imobiliaria.html

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    2. Refazendo a sua frase: A queda dos juros e ampliação dos prazos permitiu que o mesmo imóvel fosse vendido por um preço maior para a mesma pessoa.

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    3. Refazendo a frase do anônimo: A queda dos juros e ampliação dos prazos permitiu que um imóvel pior fosse vendido por um preço maior para a mesma pessoa.

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  8. O engraçado é que a tal consultoria americana é uma empresa do segmento imobiliário, ou seja, nem um pouco neutra e com sede no RJ?!

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  9. Pernambuco...

    E Rio?

    SP?

    Brasília?

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  10. insuficiencia de renda nao eh falacia. eh realidade. antes eu comprava um 2 quartos na asa norte. agora aguas claras jah estah caro. mas nao vou comprar em samambaia nao. nem morto morar ao lado de boca de fumo traficante e divida por 30 anos. vou ficar quieto no meu aluguelzim. a dona tem uns 8 aptos todos e disse q nao pretende retomar. contrato renovado por mais 30 meses. e moro do lado do meu trabalho.

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  11. esse tal de anônimo quer ver mesmo a desgraça do país, pois pessimista igual a ele não tem.....

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