quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Fipe-Zap de novembro mostra preços de imóveis em aceleração

O preço médio do metro quadrado dos imóveis brasileiros apresentou a primeira aceleração no ano de 2012 durante o mês de novembro. Os preços dos imóveis vinham crescendo ao longo deste ano, porém em ritmo cada vez menor, sequencia que foi interrompida no último mês, com avaço de 0,9% — 0,1% maior que a alta de outubro.

Bolha Imobiliaria - Brasil

Este resultado converge com o que vem sendo divulgado neste blog, e que os preços dos imóveis observariam uma aceleração na valorização entre o final de 2012 e começo de 2013, refletindo o processo de recuperação da economia.



Preço nas capitais

Em novembro, Salvador, São Paulo, e Belo Horizonte foram as cidades que mais puxaram a alta dos preços dos imóveis. Comprar uma casa própria na capital paulista ou baiana ficou 1,2% mais caro, enquanto o imóvel subiu 1% em BH.

São Paulo


São Paulo está em terceira no ranking de preços, com o metro quadrado cotado a R$ 6.961. Um imóvel de 80 m² na cidade saía R$ 556,8 mil no mês passado, enquanto poderia ser adquirido por R$ 391,9 mil na capital mineira e por R$ 308,4 mil em Salvador.

Brasília


Em Brasília, o preço médio do metro quadrado retraiu 0,2%, uma queda menor que a registrada em setembro, de 1,7%, e de outubro, quando os preços dos imóveis caíram 1,1%. Assim, observa-se que o processo de redução nominal de preços dos imóveis em Brasília começa a perder fôlego a medida que a sobre-oferta representada pelo setores Noroeste e Park Sul reflui.

Zona Sul do Rio continua a valorizar

O metro quadrado mais caro do País continua a ser no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro. A metragem da casa própria na área nobre subiu de R$ 19.140 em outubro para R$ 19.445 no mês passado, o que faz com que um imóvel de 80 m² supere R$ 1,55 milhão. A valorização ocorre porque não há mais terrenos para construção de novas moradias e as que já existem são de alto padrão.


Ipanema vem logo depois no ranking de bairros mais caros. Lá, o metro quadrado foi avaliado em R$ 17.295 em novembro, ante R$ 17.228 em outubro. Mais uma vez, a Lagoa ocupa a terceira posição, com a metragem a R$ 14.591 — uma desvalorização em relação aos R$ 14.627 de outubro.


São Paulo
Na capital paulista, a região mais valorizada é a do Ibirapuera-Vila Nova Conceição, na qual o metro quadrado chegou a R$ 11.284 em novembro. O apartamento de 80 m² custaria R$ 902,7 mil naquela área.



O segundo bairro mais caro da capital paulista é o Jardim Paulistano, onde o metro quadrado está avaliado em R$ 9.814. O terceiro lugar pertence à Chácara Itaim, onde a medida sai por R$ 9.357, em média.

Tabela de variação dos preços dos imóveis por região, o preço do metro quadrado, a rentabilidade acumulada no ano e nos últimos 12 meses (Fonte EXAME):

LocalVariação mensal em novembro de 2012Variação mensal em outubro e 2012Preço do metro quadrado (R$)Acumulado em 2012Acumulado em 12 meses
Composto nacional0,9%0,8%6.98012,5%13,8%
Belo Horizonte1,0%1,0%4.8998,3%9,1%
Distrito Federal-0,2%-1,1%8.0432,5%2,3%
Fortaleza-1,0%-1,0%4.78510,4%11,1%
Recife0,4%1,1%5.51217,3%20,1%
Rio de Janeiro0,9%1,1%8.52712,8%15,1%
Salvador1,2%0,4%3.8557,8%8,6%
São Paulo1,2%1,1%6.96114,9%16,4%


Conclusão

A notícia do indicador de preços imobiliários FIPE-ZAP em aceleração em novembro é plenamente explicado pela melhora do ambiente econômico em geral. A economia brasileira subiu pouco no últiumo trimestre (0.6%), mas, em termos anualizados, isso representa 2.4% de crescimento anual.

Além disso, no quarto trimestre provavelmente teremos nova aceleração na economia, e, economia mais aquecida e crescendo mais rápido leva a preços de imóveis maiores, como mostrados em nosso artigo - O que explica a valorização dos preços dos imóveis no Brasil?

Dessa forma, mantido o processo de redução de juros e aceleração de crescimento do PIB, os preços dos imóveis devem observar uma aceleração em sua valorização, que, como mostra este indicador, já começou. Isso fará com que, quem postergar a compra de imóvel acreditando que os preços vão cair, terá uma surpresa desagradável no futuro, quando pagará mais caro.

57 comentários:

  1. Preços caindo em Brasília pelo terceiro mê seguido, hein, Tia Kássia? Que dureza!!!!

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    1. Kássia, você e o Fulgêncio são compradores de imóveis?

      Pelo seu comentário abaixo você demonstra mais uma vez que é corretora de imóveis. Pode assumir.

      Veja o seu comentário no Skycrrapercity:

      Boa notícia para especuladores, investidores, construtoras, incorporadoras, corretores, proprietários de imóveis prontos ou de ágios, e imobiliárias. Não muito boa para quem espera queda de preços de imóveis.
      __________________

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    2. Isso é só o início, e vai cair ainda mais. Ninguém mais tem condições de comprar não, e quem quer, não está mais comprando. Principalmente aqueles aposentados com aposentadoria gorda de R$ 50.000. Estão preferindo fazer viagens no exterior do que comprar apartamentos para investir.

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    3. muito bom. vale a leitura.
      http://arquivoetc.blogspot.com.br/2012/12/o-brasil-se-tornou-craque-na-pratica-do.html
      "A ênfase brasileira está na expansão do consumo à base do crédito fácil, como fazem os americanos, agora enrascados nas bolhas em série. Nosso sistema de aposentadoria pública tem pretensões europeias. Isso garante sua falência antes mesmo do envelhecimento de nossa população. O consumismo desenfreado, estimulado por financistas, e os delirantes benefícios sociais prometidos por uma social-democracia hegemônica nos colocam na rota de uma crise futura de grandes proporções, como enfrentam agora americanos e europeus".

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  2. Preços caindo não é ruim, é bom para quem quer comprar imóveis.
    Entretanto, acredito que o índice caindo não necessariamente reflete preços caindo, mas uma ampliação da amostra com preços mais baixos, como informamos em nosso artigo:

    http://www.politicaeconomia.com/2012/11/o-que-explica-queda-dos-precos-de.html



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    1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Kássia é uma fi.gu.ra. Não diz nada com nada.

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    2. Querido, é preciso conhecer um pingo de estatística para entender o que eu disse no comentário anterior.

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    3. Seguindo o seu raciocínio, então o índice subindo não necessariamente reflete preços subindo, pode ser só a ampliação da amostra com preços mais altos. Certo?

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    4. e o oposto Kássia? pode ser que esteja aumetando pois tem aumentado o número de imóveis mais caros?

      pensando bem, se só vender os mais baratos, vai concentrando os mais caros no site o que aumenta o preço médio.... pode ser isso que explica o aumento?

      ou o aumento é conjuntura e a redução é estatística?

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    5. Hahaha, sensacional Anônimo de 14:21.

      Mas pelo menos uma coisa temos que admitir: A capacidade da Tia Kássia de tomar sacodes de todos os lados, e mesmo assim seguir lutando sua luta perdida de auto convencimento e ilusão é admirável. Quase uma samurai.

      Pena que toda esta capacidade esteja sendo gasta em algo tão desprezível.

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  3. Ok, então deixo três comentários para reflexão:

    1) "Ampliação da amostra com preços mais baixos" significa que cada vez mais unidades a preços menores estão sendo anunciadas.

    2) Isso contradiz seu jargão que diz que quem não comprar agora pagará mais caro no futuro, pois se está havendo ampliação da amostra com preços mais baixos, então o comprador terá mais chances de, no futuro, de encontrar amostragem ainda maior de preços menores, certo? Portanto, maior probabilidade de pagar menos.

    3) Como fica o vendedor que tenta vender por preços maiores em um ambiente onde há maior oferta de preços menores? Provavelmente ele precisará diminuir o preço para conseguir competir com a crescente amostragem de anúncios a preços menores.

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    1. As novas ofertas não são substitutos perfeitos de imóveis no Plano Piloto, pois se concentram no Park Sul e em Taguatinga Sul.
      Observe, porém, que o efeito de ampliação da amostra já está se reduzindo, pois essa sofre-oferta massiva do Park Sul e em Taguatinga Sul foi um ponto isolado no tempo.

      Agora, é evidente que para o consumidor, quanto mais oferta melhor, já que trará melhores condições de negociação, pressão baixista de preços e maior disponibilidade de escolha.

      Ocorre que isso não acontece em áreas nobres, como PP (DF) e ZS (Rio), pois essas áreas não têm ampliação de oferta. No caso do PP até tem, com o Noroeste (que está bem mais barato que Asa Sul e Norte).

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    2. Kassinha minha querida. Vc concorda que a venda de um imóvel está mais lucrativa do que o aluguel da mesma unidade (pelo ponto de vista do proprietário)? Então, diga-me: Por que ocorre essa anomalia na ZS carioca?

      Índice FIPE-ZAP, variação do tamanho da amostra entre Jan 2012 - Out 2012:

      Venda Aluguel
      Copacabana -3% +34%
      Botafogo -3,5% +48%
      Leblon -51% +42%
      Ipanema -15% +36%
      J. Botanico -23% +101%
      Lagoa -3% +34%
      Flamengo +7,8% +85%
      Laranjeiras +0,7% +87,5%

      Se a ZS no rio está acumulando alta de 12% no ano em caso de venda, porque a amostra de disponibilidade para aluguel está aumentando grotescamente se o rendimento de aluguel está rendendo apenas 5% a.a para os proprietários?

      Lógico que os níveis são diferentes, por isso as taxas de queda e aumento são bemmm diferentes relativamente, mas porque os proprietários desistiriam de vendê-los para alugá-los? Vamos ver os números absolutos!!

      Tamanho da amostra:

      Jan 2012 Out 2012 delta

      Venda Aluguel Venda Aluguel Venda Aluguel
      Copacabana 7526 511 7282 685 (-244 +174)
      Botafogo 2611 224 2521 333 ( -90 +109)
      Leblon 826 380 402 542 (-424 +162)
      Ipanema 1278 356 1079 486 (-199 +130)
      J. Botanico 443 57 341 115 (-102 +58)
      Lagoa 776 150 646 193 (-130 +43)
      Flamengo 1841 168 1986 311 (+145 +143)
      Laranjeiras 1106 64 1114 120 (+8 +56)

      Se analisar o efeito líquido, parece que ainda tem gente comprando imóveis em copacabana, no leblon e na lagoa. Só que se pressupõe que não há desistência de anunciar imóveis.

      Mas é, eu já consigo enxergar um efeito migratório da venda para o aluguel por parte dos detentores de imóveis, sendo que esse tipo de investimento é menos rentável. E a valorização do aluguel está menor. Por que será que isso tá acontecendo? Os proprietários não são agentes racionais? Ó.

      Aqui as lógicas de mercado não funcionam. rsss

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    3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Kassia você analisa a situação do mercado apenas pelo valor cobrado pelos imóveis e nada mais, desconsidera outros inúmeros fatores que apontam para uma possibilidade de recessão, não só do mercado imobiliário mas como de toda a economia.
    Primeiro o mais importante, RENDA: Kassia, você como ferrenha defensora do crédito responsável, a qual afirma que o brasileiro deve apenas 5,9% do PIB, deve saber que para financiar um imóvel você tem que comprovar não só sua renda bem como suas despesas, o que ocorre é que nenhuma pesquisa, estudo ou estimativa, se quer demonstra que o brasileiro pobre ou rico tenha condições de financiar imóveis pelos atuais valores.
    Segundo: um setor que está a todo vapor não precisa de medidas governamentais para continuar atraindo investimento, de 2005 até 2011 não precisou, porque precisa agora?
    Terceiro: Por mais que se fale que imóveis são comprados por fundos de investimento, investidores, sonegador e etc, o fato é que no final das contas estes imóveis ainda tem que ser vendidos, não chegaram ao consumidor final e se esse não tem dinheiro para pagar, que tipo de investimento é esse?
    Quarto: para um setor que está tão aquecido não teria porque não divulgar claramente seus dados, se são tão bons porque não divulga-los. Quantos imóveis foram vendidos este ano? Qual o valor médio da venda? Qual é o perfil de quem comprou? Quantos imóveis ainda temos em estoque? Quantas pessoas tem capacidade de comprá-lo?
    Quinto: o crédito realmente tornou-se mais acessível, até cerca de 2 anos atrás, pois no nível de valorização que estamos agora, se as regras para financiamento forem obedecidas, o que eu tenho certeza que não são, é impossível para o brasileiro comum contrair o financiamento de um imóvel voltado para sua classe social. Não importa o tempo de financiamento, não importa a taxa de juros, se o valor financiado é 100% ou 80%, ainda sim a chance do crédito oferecido alcançar o valor almejado é ínfima. Pode até ser que se consiga empurrar algumas porcarias para uns últimos desesperados, mas até isso chegará no seu limite.
    Existem ainda mais inúmeros indícios, dados e estatísticas as quais provam que não só o setor imobiliário como a economia brasileira não vai tão bem como você gosta de propagandear, mas infelizmente você só publica, discute ou aceita o que lhe convém, coloca essa porcaria de índice como verdade universal, sem ao menos fazer uma análise crítica dele. Por que isso? O que você ganha com isso? E por favor não me venha falar da dona que perdeu 75 mil reais, no meu ponto de vista ela deixou de dever 1 milhão de reais.

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  5. Kássia, não sei porque você tem tanta insistência em querer mostrar que os preços dos imóveis está subindo.

    Ententa, é questão de economia, em uma fase os preços sobem, como aconteceu até 2011, mas os preços esbarram em alguns fatores:

    1. expectativa de lucros dos investidores, que viram que os preços não mais subirão

    2. poder de compra: mesmo com financiamentos disponíveis, os valores das prestações estão muito altos, muito além da capacidade de compra

    3. vontade de compra: as pessoas chegaram à conclusão que não compensa pagar tanto por imóveis. Endividar-se por 35 anos?

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    1. Não é insistência. Só estou mostrando fatos. Vc pode não gostar dos fatos, só não pode negá-los. Quer dizer, tem site aí que vive tentando negar os fatos, com métodos proféticos (mágicos) ou publicando notícias falsificadas. Se vc gosta desse tipo de coisa, deveria ir para o BI, e não estar aqui.

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    2. Você acha que as pessoas acreditação mais na senhora corretora, ou no excelente artigo publicado por economistas com doutorado do próprio IPEA, órgão vinculado à Secretaria de Assuntos Estratégidos da Presidência da República?

      http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/publicacoes/tds/td_1762.pdf

      Acho que a senhora sofre do mal de projeção: Projeta suas próprias atitudes nos outros, os culpando por agir incorretamente.

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    3. Que fatos, você chama de fato um índice que leva em conta o valor pelo qual os imóveis são anunciados em um site.
      Agora se você gosta de fatos, mostre algum dado sobre a venda de imóveis, o valor pelo quais eles são vendidos, quantos pessoas ainda tem capacidade de compra e quantos imóveis estão disponíveis.
      De números Kassia, valores que possam ser comprovados, esse índice nada mais é que uma suposição, no máximo uma estimativa, que investidor sério se basea em estimativas.
      Quando se investe em ações de empresas com capital aberto, avalia-se a capacidade de produção, demanda e lucro para aquela empresa. No caso do mercado imobiliário levamos em conta o FipeZap.
      Você sabe muito bem que esse índice não comprova em nada se o mercado esta aquecido ou não, você sabe que o valor de imóveis em qualquer lugar do mundo apresenta uma variação diferente da maioria dos produtos devido a diversos fatores.
      Agora você não acha que é um fato o governo ter de criar pacote de ajuda para o setor. Se o mercado vai tão bem e os preços não param de aumentar e ainda sim as pessoas não param de comprar, porque ajuda?
      A resposta é óbvia as construtoras estão devendo até o rabo e decidiram cobrar o dízimo para não escancarar o buraco econômico que nos metemos. Já era Kassia, a merda tá feita, não tem mais volta, você pode gritar, espernear, mas a casa caiu, a fonte seco, não tem mais de onde tira. Não adianta você querer dar uma de superior, se colocar como uma pessoa preparada, que trabalha com fatos e não com a imaginação, no final das contas, o dinheiro acabou, acredite você ou não em bolha imobiliária.

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    4. Querido, quem não gosta do FIPE-ZAP, que prove que ele está errado, e prove também que seu equivalente espanhol e americano apontou a bolha nesses países antes mesmo do Case-Shiller. É o básico: ao acusador cabe o ônus da prova.

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    5. Kassia eu não tenho que provar nada, não sou eu quem esta tentando vender imóveis aqui.
      Eu tenho certeza que vivemos em um mercado especulativo e temos sim uma bolha imobiliária, quem falou que não tem é você, e colocou como missão deste blog detonar bolhotas, portanto, se alguém tem que provar alguma coisa aqui é você.
      E eu em nenhum momento falei que o índice esta errado, eu tenho certeza que ele está certo, que realmente aumentou o valor dos imóveis anunciados, mas ainda sim o índice não serve como prova de que os imóveis estão sendo vendidos, que o valor obtidos pelos menos esteja aumentando. Simplesmente reflete que o mercado imobiliário acredita que o imóvel pode ser vendido por um valor maior, se isso esta acontecendo ou não o índice não prova.
      É claro que alguns vão dizer que se o preço aumento é porque tem muita oferta, mas esta lei básica de mercado não é tão simples no capitalismo financeiro. Neste sistema se você vende que os imóveis valem cada vez mais e cada vez tem mais pessoas comprando, você também vai aumentar o valor do seu produto, mesmo que não venda agora, ainda mais se você comprou para investir. Depois quando se descobrir que tudo não se passava de apenas uma propaganda, não importa, os poucos que encomendaram a propaganda já ganharam e o muitos que compraram gato por lebre, continuam devendo lebre.

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    6. Bom, eu também não estou tentando vender imóveis aqui. Vc viu alguma propaganda de imóvel ou construtora no meu blog? Não, não viu. E também não viu eu anunciar qualquer imóvel ou qualquer outro produto.

      Este site destina-se apenas a emitir opiniões. MInha opinião é que não há bolha nenhuma, e minha opinião tem sido insistentemente corroborada pelos fatos até aqui.

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    7. Sua opinião tem sido insistentemente corroborada pelas suas convicções, o que é muito diferente.
      Se suas convicções são condicionadas pelo seu ramo de trabalho ou mesmo por ter contraído uma dívida e ter se dado conta de ter feito papel de idiota, eu não sei.
      Mas eu entendo o seu lado de uma forma ou de outra. Você usa as armas que o mercado te oferece para comprovar o que obviamente não é verdade, mesmo que estas sejam na maioria das vezes argumentos ruins.
      Agora, você tem que entender que nos não somos obrigados a acreditar nesse monte de besteira.

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    8. Com a devida vênia, na minha opinião, Papel de idiota faz está sonhando há mais de dois anos (período durante o qual os imóveis subiram em média 60%) bolhotas estourarem, e acredita em sites que publicam notícias falsas (e em outras besteiras desse naipe).
      Mas, enfim, cada um acredita no que quiser. E se vc não gosta do que se escreve neste site, não sei o que está perdendo seu tempo aqui. Deveria estar naquele que publica notícias falsificadas.kkkkk

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    9. Eu estou naquele site também.
      Mas é mais divertido encher o seu saco.

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    10. Não tem como. Eu não tenho. rs.rs.

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    11. Quem faz papel de idiota é quem paga R$ 10.000 no metro quadrado no Setor Noroeste. Aquele Chaparral ali faz-me rir. Puro mato e lama aquele lugar. Nem padaria tem no bairro, nada. E ainda comprar uns apartamentos que nem cabem uma cama boa king size. Ou fica a cama ou o armário. Sem falar no acabamento tosco das construtoras. Colocam pele de vidro na fachada, mas colocam porcelanato de quinta categoria.

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    12. O Noroeste é caro porque é Plano Piloto.

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    13. ...mas não tem nada neste Noroeste, é puro mato, lama, barro, poeira. um bairro bom se mede por um comércio bem localizado, boas escolas, etc. Ali não tem nada, além de obras.

      Sem falar que o Noroeste vai demorar uns 10 anos para se chamar bairro. Hoje ali é um canteiro de obras, a preço de ouro.

      Muita gente que comprou ali já está pensando em revender, porque os primeiros anos serão bem difíceis.

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  6. Segundo: um setor que está a todo vapor não precisa de medidas governamentais para continuar atraindo investimento, de 2005 até 2011 não precisou, porque precisa agora?

    O setor de construção foi estimulado em 2007 e 2008 (redução de juros, ampliação de prazos, MCMV, etc).
    E mesmo com a desaceleração do setor, observe que ele ainda tem desempenho melhor que o da economia.
    O PIB do Brasil vai avançar 1.3% ou menos em 2012, e o PIB da Construção Civil vai avançar mais de 3%. Ou seja, ainda é um setor que puxa a economia como um todo, por isso o governo resolveu estimulá-lo.
    Mas os "estímulos" de ontem foram mais no sentido de recuperar margens das construtoras (via desoneração e crédito direcionado para as empresas).


    Terceiro: Por mais que se fale que imóveis são comprados por fundos de investimento, investidores, sonegador e etc, o fato é que no final das contas estes imóveis ainda tem que ser vendidos, não chegaram ao consumidor final e se esse não tem dinheiro para pagar, que tipo de investimento é esse?

    como não tem dinheiro para comprar? Os negócios continuam a acontecer, o crédito imobiliário continua a se expandir e a arrecadação do ITBI cresce em todos os lugares. Então essa afirmação de que o "consumidor não tem dinheiro para pagar" não tem correspondência com fatos.

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    1. eu não tenho dinheiro para comprar. olha que ganho 10k por mês. comprar um imóvel razoável na minha cidade (interior de sp) gasta-se uns 500 mil e para mim é inviável. prefiro pagar 1 mil de aluguel a financiar uma boa parte e morrer pagando. aptos e casas de alto padrão só acima de 1 milhão.
      segundo informações de amigos que trabalham em bancos a situação está ruim e 2013 teremos um número record de leilões.

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    2. E repare que o anônimo acima ganha infinitamente acima da média da população brasileira. Você, anônimo, está entre os 10% com melhor renda do país? E ainda assim não consegue comprar nada digno, imagine a crasse média do Lula e da Dilma. O Brasil vai voltar ao seu lugar de origem, de onde na verdade nunca saiu: da pobreza. O Brasil é p.o.b.r.e e com população é enganada e alienada pelo governo, infelizmente. Crédito não é riqueza.

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    3. Ocorre que o financiamento é de parcelas descrescentes, enquanto o aluguel é crescente.

      E falar que ganha 10k não significa nada, já que depende muito mais do que vc gasta do que vc ganha.

      Se a pessoa ganha 30k e tem um padrão de consumo absurdo, não vai comprar nada. Com 10k dá sim para comprar um imóvel de 500k, mas precisa planejamento e disciplina.

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    4. O Brasil vai voltar ao seu lugar de origem, de onde na verdade nunca saiu: da pobreza. O Brasil é p.o.b.r.e e com população é enganada e alienada pelo governo, infelizmente. Crédito não é riqueza.

      O Brasil não cresceu só com crédito. Ao contrário, a expansão do crédito foi consequencia da expansão da economia em etapa anterior, que foi resultado de uma série de coisas: privatizações na década de 90, ajuste fiscal (LRF), retomada das exportações a partir de 2001, entrada da China na OMC e algumas reformas do govenro Lula para destravar o crédito.

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    5. Kássia, vc defende o governo petista ou critica ele?

      pelo que vc diz: "nunca antes na história desse país" teve tanta valorização sustentável do preço de imóveis!!!! o Lula é quase um deus, um MIDAS (hehe)...

      já o FHC, coitado, não conseguiu essa valorização toda do setor de imóveis, pois a economia foi fraquinha....


      tiração de sarro a parte, se o PIB influencia tanto o valor de imóveis se eu traçar um gráfico entre o pib e o índice FIPE-ZAP deveria ter alguma correlação, não?
      mas faça isso e vc vai ver que são totalmente independentes entre si.... como explicar isso?

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    6. kássia - sou o anônimo que ganha 10k.
      vou citar 1 exemplo: estava de olho em uma casa há 3 anos atrás que custava 260 mil. tinha uma reserva, mas não o suficiente p/ pagar a vista e a pessoa não queria financiar. após alguns meses ele subiu a casa para 380 mil e acabei desistindo. dias atrás ele novamente atualizou o valor p/ 480 mil. não vendeu e nem vai vender.
      continuo achando que o minha casa minha vida fez inflacionar o valor dos imóveis. toda vez que sobem o valor do financiamento o preço dos imóveis são reajustados imediatamente.

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    7. De novo kassia, responda claramente quantos imóveis foram vendidos este anos, foram mais ou menos que nos últimos anos, qual o valor médio que estes imóveis foram vendidos. Me de os números, a fonte e a data desses dados, mostre os fatos, sem ficar enrolando com índice ITBI, o qual vocÊ nem especificou o valor.

      Outra coisa, qualquer idiota tem acesso aos simuladores financeiros, qualquer um sabe que com 10k, você precisa ainda de 165K e mais 30 anos de financiamento para conseguir 500k, um valor, que em grandes cidades brasileiras, serve para comprar uma porcaria de Kitnet.

      O financiamento é descreste, mas os reajustes não são e a economia não é estável (ela está estável), assim a sua dívida pode não decrescer o tanto que você espera e o aluguel pode não aumentar o tanto quanto você acredita, além do mais, se você não conseguir pagar o aluguel você deve apenas o aluguel e não 1 milhão de reais parcelado em 30 anos, e o pior, tudo que você pagou no começo você pagou como aluguel.

      É muito simples, quando você compra uma casa financiada, na verdade você aluga ela do banco, se você conseguir pagar ela por 30 ou 35 anos, quando você chegar lá para os 60 anos a casa passa a ser sua, mas se no intervalo de 30 anos acontecer qualquer coisa e você não pagar a prestação por 3 meses, você tem 2 opções, ou você vende o mais rápido possível antes de ser despejado ou é despejado e continua com uma dívida impagável e não poderá nunca mais comprar um imóvel.

      Se você esta disposto a pagar preços extorsivos, a contrair dívidas milionárias para o resto de sua vida produtiva, e ainda conviver com uma possibilidade de desvalorização de sua propriedade, siga o caminho apontado pela nossa amiga Kássia, opções não faltam, seja feliz com o sonho da casa própria.

      Agora se você acha que a situação é no mínimo estranha, que talvez os imóveis estejam pelo menos um pouco supervalorizadas e que talvez agora não seja o momento de comprar, você esta se poupando de no mínimo uma enorme dor de cabeça pelos próximos 30 anos.

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    8. Querido, se vc quer dados e não sei o que mais, vá procurar, no google, nos sites de governo e etc. Eu procuro e divulgo os dados que me interessam e julgo relevantes. Se vc acha que precisa de outros dados, procure você e traga para a discussão.

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    9. Kássia, vc defende o governo petista ou critica ele?

      pelo que vc diz: "nunca antes na história desse país" teve tanta valorização sustentável do preço de imóveis!!!! o Lula é quase um deus, um MIDAS (hehe)...

      já o FHC, coitado, não conseguiu essa valorização toda do setor de imóveis, pois a economia foi fraquinha....


      tiração de sarro a parte, se o PIB influencia tanto o valor de imóveis se eu traçar um gráfico entre o pib e o índice FIPE-ZAP deveria ter alguma correlação, não?
      mas faça isso e vc vai ver que são totalmente independentes entre si.... como explicar isso?


      Eu sou crítica do governo do PT, e os meus artigos criticando o governo do PT estão aí desde 2007.

      A diferença é que eu não nego os fatos. O governo tem problemas? Sim, tem. Muitos. Mas é fato que durante o governo do PT mais de 30 milhões de pessoas foram incorporadas na classe média, no govenro do PT a dívida externa foi quitada, as reservas internacionais foram multiplicadas por mais de 10 vezes, o PIB quintuplicou em dólares, etc etc.

      Poderia ter acontecido muito mais se os petralhas fossem tão competentes do ponto de vista gerencial quanto o são do ponto de vista eleitoral e político.

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    10. Que classe média, o governo considera classe média quem ganha mais de 200 reais ao mês, sinceramente você acha que isso público alvo do mercado imobiliário.
      Você dissimula os dados a torto e direito, uma hora fala que a classe média tem poder aquisitivo para arcar com o valor dos imóveis e ao mesmo tempo usa como classe média esses 30 milhões, que na verdade são pobre e até miseráveis, como classe média.
      Eu posso te afirmar com certeza, quem ganha 200 reais ao mês não é classe média.

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    11. eu diria ainda mais... quem ganha 1000 reais ainda não é classe média... é pobre e provavelmente mora em uma favela, ou um barraco no fim do mundo.

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    12. Kássia, parcelas decrescentes? Sim, elas decrescem, mas você já viu quanto tempo ela demorar para decrescer?

      Olha este exemplo. Fiz a simulação hoje no site da CEF:

      CONVÊNIO SETOR PÚBLICO - TAXA CLIENTE COM RELACIONAMENTO + CONTA SALÁRIO
      Valor de Financiamento:R$ 630.000,00
      Prazo:420 meses
      Valor da Entrada:R$ 70.000,00
      Juros:8,3712% a.a

      Parcelas
      1a parcela: 09/01/2013 - 6.071,01

      12a parcela: 09/12/2013 - 5.952,97

      24a parcela: 09/12/2014 - 5.824,20

      48a parcela: 09/12/2016 - 5.597,90

      72a parcela - 09/12/2018 - 5.338,34

      Somente na 107a parcela - 09/11/2021 - a prestação fica abaixo de R$ 5.000 - 4.999,26, daqui a quase 9 anos!!!!!!!!!!!!!!!!

      203a parcela - 09/11/2029 - 3.999,05

      312 parcela - 09/12/2038 - 2.992,22

      Veja, somente em 2038, ou seja, daqui a 26 anos, sua parcela estará abaixo de R$ 3.000.

      Tempo demais...será que até lá estarei vivo?


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    13. Acontece que o aluguel vai subindo todo ano. O aluguel desse imóvel daqui a 9 anos vai ser muito mais caro que a parcela do financiamento.

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    14. Impossível. Não é tão simples assim.

      Ambos os lados possuem fatores aumentativos e limitativos

      Lado do financiamento: Nem sempre "cai", pois há índices inflacionários aplicados ao financiamento...

      Lado do aluguel: Nem sempre sobe, pois pode haver renegociação, mudança de endereço ou mesmo estabilização do preço.

      O aluguel médio é estabilizado pela renda das famílias, que dita a demanda. Ele não pode ser "postergado" nem financiado, pois ocorre todo mês. Portanto, há grandes chances de o aumento tangenciar a inflação.

      Aplicando aumentos inflacionários nos dois lados, podemos concluir que:

      1. Se a situação fosse perfeita, sem bolhas, o financiamento seria uma opção razoável, desde que o valor pago em juros aos bancos, na média, fosse menor que o valor esperado para o aluguel em todo o período do financiamento, incluindo aí todos os fatores de limitação de crescimento que mencionei.

      2. Se a situação não for perfeita e o mercado está sob o efeito de bolha, o aluguel não cresce nada se comparado ao preço de compra.

      É fácil identificar bolha imobiliária. Aliás, é uma das mais fáceis... não sei por que tanta briga!

      Basta verificar a evolução dos aluguéis e compará-la com a das vendas. O preço de venda em mercado bolhudo tende a superar muito o aluguel, pois não se prende à renda.

      O segundo fator a se avaliar é se ocorreu um evento estimulador de liquidez no mercado em tempo próximo ao do período a se analisar.

      Não importa quais explicações se queira dar para o aumento do preço. O importante é verificar se: (1) Houve injeção de dinheiro/crédito no mercado, (2) Os preços sobem a níveis nunca antes vistos, (3) Se a subida dos preços não está baseada em valorização real (aumento de tamanho ou de qualidade dos bens verificados)

      Se os 3 fatores acima podem ser identificados como positivos, venda o que tiver pois é BOLHA na certa.

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  7. Kássia. Minha pergunta continua sem resposta. Cadê? rss

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    1. Só pode ser porque os proprietários estão encontrando dificuldades em vender e então estão alugando. Mas é óbvio que as decisões não são racionais e os proprietários, na maioria dos casos, não fazem essas contas de rentabilidade atual, futura e etc para ver qual a melhor opção.

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    2. Mas o mercado não está tão bom? Não está vendendo tudo?

      Eu tinha me esquecido, tem "incompetente" demais no mercado, como você mesma apelidou, né Kássia, sobre as pessoas que não conseguem comprar a casa própria.

      Mas a vida é uma roda gigante. Há 3 ou 4 anos atrás donos de construtoras e imobiliárias se achavam, rindo, brindando com champagnes, ganhando muito dinheiro, e o consumidor desesperado, vendo preços subindo loucamente.

      Hoje os preços já pararam de subir. Agora é ladeira abaixo. O desespero já está tomando conta. Você, criando blogs para justificar a inexistência de bolha, corretores ligando direto para as pessoas, descontos, imóveis encalhados há 1 ou 2 anos.

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    3. Acabaram de me ligar, tem 54 unidades vendidas de um empreendimento que estava com faixa 100% vendido há 8 meses, que me ofereceram uma unidade que a pessoa tinha desistido...

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  8. Kássia eu concordo em linhas gerais que não haja ainda uma bolha imobiliária e que os preços definitivamente não estão caindo no momento. Mas sua perspectiva de crescimento para o Brasil é muito otimista. O terceiro trimestre foi ridículo, abaixo de qualquer expectativa e as medidas do governo têm tido efeitos paliativos. O Brasil é um país pouco competitivo, com graves problemas estruturais, alta carga tributária, muita burocracia e péssima administração. Cresceu quando o preço do que vendíamos subiu e vendemos uma ilusão. O governo (e boa parte dos analistas) passou o ano dizendo que cresceríamos ao menos 2% este ano e devemos chegar a 1,2% no máximo. Por que acreditar em 4.0 - 4.5% para ano que vem? Qual a base disso?

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    1. A base disse é a previsão do CS (que foi o primeiro banco a apontar o crescimento abaixo de 1.5% este ano - que o Mantega chamou de "piada").

      http://www.politicaeconomia.com/2012/12/credit-suisse-projeta-crescimento-de-4.html

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    2. Infelizmente a senhora está confiando em uma instituição que foi excessivamente otimista em 2011 quando fez sua previsão sobre o PIB de 2012, dizendo que chegaria a 2.5%. Como estamos vendo agora em, crescerá a metade da previsão. Então, baseado nesta observação, cara corretora, espere crescimento <= 2% para 2013.

      From Credit Suisse 2011 Brazilian Economy Report:

      - The deceleration in investments, in an uncertain global context, will influence the performance in 2012;
      - GDP growth will probably fall from 3.1% yoy in 2Q11 to 1.6% yoy in 1Q12. The deceleration will be greater in industry;
      - GDP growth of 2.5% in 2012 assumes a certain acceleration next year, in line with a quarterly expansion in the global economy, rising from 0.6% in 4Q11 to 1.0% in 4Q12.

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  9. FIPE ZAP não mostra valores vendidos, mas somente valores anunciados. Uma fantasia de corretores imobilários, pois mesmo com o mercado parado, tentam iludir novos compradores aumentando os valores.

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  10. Kássia-Fulgencio, já que você é entendida do assunto, eu gostaria que você trouxesse números reais a respeito das vendas de imóveis em Brasília.

    Vou te ajudar, e aguardo os dados.

    Metragem do imóvel, Valor do imóvel, Venda a vista, Financiado, Revenda, Planta etc.

    Faça a planilha por bairros também.

    Se as vendas realmente estão ocorrendo, existe uma fonte de dados. Recorra às suas fontes e traga estes dados.

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  11. ontem um corretor me ligou oferenco 2 imóveis. o 1º imóvel ele pediu 650 mil, mas disse que dá para chegar até 450 mil, pois o proprietário está precisando vender. o 2º imóvel ele pediu 600 mil e também disse que acha que dá para chegar a 380 mil se for a vista, pois já faz mais de ano que está a venda e nada até agora. quem estiver com dinheiro na mão dá para fazer um bom negócio, pois o mercado está parado. só vende minha casa minha vida.

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  12. Kassia, artigo interessante para você: http://www.thebubblebubble.com/emerging-markets-bubble/

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  13. fipe-zap não é parâmetro para valorização imobiliária. Lá só tem preços anunciados. Quando criarem um fipe-zap com o preço de fechamento do negócio, aí, sim, vai ter alguma credibilidade. Alguma, porque a internet aceita tudo o que digitam.

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