sexta-feira, 19 de abril de 2013

Mercado imobiliário em SP: vendas dobram em fevereiro em relação a janeiro

Atenção: má notícia para quem sonha com um milagre: uma imaginária bolha imobiliária que, estourando, faria imóveis na Zona Sul do Rio, no Plano Piloto de Brasília e em bairros nobres em São Paulo cairem de preços - (mesmo com todos os outros preços da economia subido.). Segundo nos informa o SECOVI-SP, as vendas de imóveis em São Paulo, em fevereiro de 2013, dobraram em relação à janeiro.

Bolha Imobiliária - São Paulo

Segundo o relatório, o mercado de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo encerrou fevereiro com 1.927 unidades comercializadas, um crescimento de 127,2% em relação a janeiro, quando foram vendidos 848 imóveis, mas com retração de 8,6% com respeito ao mesmo mês de 2012.


O Valor Geral de Vendas (VGV) cresceu 114,4% em fevereiro para R$ 875,5 milhões, contra R$ 408,4 milhões do valor em janeiro, corrigido pelo INCC-DI/FGV. Em janeiro de 2012, porém, o VGV foi de R$ 1 bilhão (atualizado), indicando uma oscilação negativa de -12,9%.

O indicador de desempenho Vendas Sobre Oferta (VSO) ficou em 56,7% em fevereiro. O percentual é resultado da oferta inicial em março de 2012, acrescida dos lançamentos nos últimos 12 meses e comparada ao total de unidades vendidas no período. O ritmo se manteve estável em relação ao VSO de dezembro e próximo dos 56,9% registrados em janeiro.

Os lançamentos residenciais em fevereiro, segundo a EMBRASP, totalizaram 1.816 unidades na cidade de São Paulo, superando os resultados de janeiro em 175,2% e em 25,7% de fevereiro do ano passado. No total do bimetres foram vendidas 2.775 unidades, 12,7% abaixo das 3.177 unidades vendidas no mesmo período em 2012.

Fonte: SECOVI-SP

46 comentários:

Anônimo disse...

Ah, agora eu senti que a vai aquecer mesmo! Quase 2 mil unidades! Puxa!

Em Novembro o mercado paulista também estava em recuperação

http://www.politicaeconomia.com/2012/11/da-serie-where-is-bubble-mercardo.html

Mas na época eram 2,8 mil unidades...

E antes, em setembro ele estava reaquecendo

http://www.politicaeconomia.com/2012/11/da-serie-where-is-bubble-mercardo.html

Foram 3,6 Mil unidades...

3,6 mil, 2,8 mil, 2 mil....

Não há como negar, o mercado está cada vez melhor!

Kássia Tavares disse...

OMG! Nunca ouviu falar de sazonalidade....

Anônimo disse...

Ufa! Ainda bem, é só a sazonalidade...eu pensando que era o mercado esfriando!

Se continuar neste ritmo em junho estaremos comemorando o re-re-reaquecimento do mercado paulista com a venda de impressionantes 500 unidades!

Kássia Tavares disse...

Sim, sim, o mercado esfriando e as vendas subindo...

Visitante Carioca disse...

Sim. Já ouvi falar de Sazonalidade e choque exógeno.

Não foi em fevereiro o lançamento do Jardim das Perdizes, que com bolha ou sem bolha comercializaram o m² perto de 6 mil e pouco ( o que é considerado barato para os bananenses incautos)? E que se trata de um condomínio com quantidade de unidades maior que cidades inteiras do Estado de São Paulo?

Venda na planta é considerado venda efetiva/concretizada para efeitos de contabilização de estatísticas?

Visitante Carioca disse...

Você tá falando de sazonalidade certo? Então não é correto comparar fevereiro com janeiro. O certo seria janeiro com janeiro.

Anônimo disse...

Bolhotas, sempre eles... ao invés de perceberem que a venda MAIS QUE DOBROU de janeiro para fevereiro ficam comparando com fevereiro do ano passado.

quem vive de passado é museu! os dados recentes (comparação jan/fev) mostra claramente que o mercado continua crescendo!

e vai continuar assim! seus pobres! vai ganhar 3k por mês e querer discutir aqui...

Visitante Carioca disse...

Bom, como vc tem uma renda de 30k/mês sugiro você comprar uns 7. Não ligo mesmo, não fico com inveja. Fico até feliz por você.

Vai na fé!!

Anônimo disse...

O número de corretores na cidade de São Paulo é cerca de 40 mil. Pode-se dizer que cada corretor vendeu em média 5% de uma única residência em Fevereiro. Entretanto, durante o ano foi muito melhor pois em média cada corretor vendeu o DOBRO disso, ou seja, 10% de uma única residência.

Mercado bombando é isso - uma verdadeira BOMBA.

Anônimo disse...

Que bom que as vendas cresceram, agora poderei vender meu imóvel no Noroeste comprado por R$ 12.000 na planta por R$ 20.000 o metro quadrado. Ufa, não vou ter prejuízo, terei lucro e ficarei rico. Obrigado pela informação. Vou até sair com minha família para comemorar!

Anônimo disse...

Kássia te explico o que é sazonalidade. Eis o artigo:

sexta-feira, 14 de março de 2008
Janeiro confirma sazonalidade de SP

[Por Fernando Bernacolli]

O início do ano é, tradicionalmente, a época em que a sazonalidade do mercado imobiliário de São Paulo fica mais evidenciada.

Por quê?

Vejamos os números:

- De acordo com o Secovi-SP (maior sindicato do setor na América Latina), em janeiro de 2008, as vendas de imóveis residenciais na cidade de São Paulo totalizaram 1.397 unidades.

- O número representa um aumento de 7,05% sobre o mesmo período do ano passado. Ótimo!

- O indicador VSO (Vendas Sobre Oferta), que coloca em perspectiva o número de unidades comercializadas em relação aos lançamentos do período, ficou em 7,4%, exatamente o mesmo do ano passado.

- E, no entanto, nos meses de novembro e dezembro últimos, o indicador VSO estava em 15,9% e 23,1%, respectivamente.

- Ainda: o valor total de unidades negociadas em janeiro de 2008 atingiu R$ 486 milhões, enquanto a média mensal de 2007 foi de R$ 1,05 bilhão.

O que aconteceu?

Férias, famílias viajando, impostos vencendo... enfim, o pacote tradicional, que todos nós conhecemos tão bem.

Os aparentes números "fracos" de início de ano, portanto, não podem ser tomados como parâmetro para projeções.

Em pronunciamento no dia de ontem, por exemplo, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse acreditar que a construção civil vai puxar e adensar o crescimento do país em 2008, o que seria "crucial diante da da situação internacional".

Embora estivesse se referindo ao setor como um todo (o que inclui também obras de infra-estrutura e saneamento), a perspectiva é de que, para a habitação, 2008 seja ainda melhor que 2007.

às 16:53

http://blogdemercado.lopes.com.br/2008/03/nmeros-de-janeiro-confirmam.html

Anônimo disse...

E em Brasília Kássia como estão as vendas?

Crescendo 76% negativos?

Vendas para baixo?

Valores crescendo negativamente?

Adoooooooooooooro essas subidas que descem!!!

Anônimo disse...

Engraçado mesmo é o blog evocar a sazonalidade pra se esquivar de ter que explicar a queda, mas não emitir uma só palavra quanto às quedas de 8% em relação ao mesmo período do ano passado.

T+ disse...

São Paulo (capital, grande São Paulo e ABC) ainda tem potencial de demanda de crescimento e novas verticalizações. Saiu uma nota no site Valor informando que algumas regiões ainda podem ter boom imobiliário, além desse site, tem outros estudos sérios comprovando isso (e não é da Secovi-SP ou outro tendencioso interessado em vendas de imóveis),através de pesquisas, censo, uso de solo, serviços e infra, etc.. É questão de atrativos e infraestrutura certas que os grandes centros continuarão a crescer ou se não acontecer nada, se desvalorizam. Aliás, sempre se faz referência a crise dos EUA, mas vá lá ver nos grandes centros se o preço ainda está baixo. Pelo contrário, tenho uma cunhada vivendo lá e diz que dá atualmente dá graças a deus por já ter um imóvel, pois senão não conseguiria.

T+ disse...

Uma grande falácia dos paranoicos que acreditam na bolha, é que não haverá investimentos pós copa do mundo. Pelo menos em São Paulo há previsão de grandes obras viárias, expansão e modernização da malha metroferroviária, além da implementação de outros serviços essenciais. Converso com alguns escritórios de shoppings e há ainda a previsão de novos empreendimentos em sampa. Ou seja, a cidade só vai crescer. E onde vai morar toda essa gente? No vale do Paraíba? Na região de Campinas? Pois nem em Santos é possível (virou uma especie de Rio de Janeiro em termos de mercado imobiliário devido ao petróleo. Aliás, quem acredita que os preços irão cair no Rio também, esperem sentados). Em termos de Brasil, acompanho também investimentos que estão sendo feito nas áreas de telecomunicações e principalmente energia.

Anônimo disse...

Meu caro, essas promessas existem há pelo menos 20 anos. Se liga. Depois da copa o Brasil vai pagar a conta da gastança financiada pelo nosso governo. Nossa dívida pública está em 2 tri, a crise se avizinha. Tá precisando estudar um pouco de história, política e economia.

T+ disse...

Meu caro, você tem que acompanhar as mudanças que o governo, principalmente de SP está fazendo e estudar e pesquisar sobre setor de obras de engenharia, administração e infra-estrutura. Boa parte do aporte financeiro está sendo financiado via parcerias PPP (público-privado). Se não bastasse isso, há interesse do setor privado em bancar obras sozinhas (inclusive pontes e parte de malha ferroviária). Sonho no passado, agora é uma realidade. Projetos saem do papel com muito mais facilidade do que no passado, lições foram aprendidas, inclusive a forma de capitalização e negociação com bancos e outras organizações mundiais. Nenhuma tem interesse que o país naufrague e há índices de riscos país, fiscalizações, auditorias, etc., principalmente por causa do medo do que já ocorreu no passado e o peso que o país tem hoje no plano mundial.

T+ disse...

Um detalhe, a única obra de infra em SP que estaria recebendo ajuda do governo para a Copa, seria a da linha 17 Monotrilho, mas o GESP já declarou desde o ano passado que não seria mais utilizado recursos do PAC e sim seria obtido recursos de outras fontes, até por não conseguir cumprir os prazos e a obra ser mais importante para Sampa do que o evento da Copa.

T+ disse...

Para aqueles que acham que os imóveis ficarão mais baratos no Rio pós olimpíadas, notícia sobre pré-sal:
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/04/1266110-petrobras-vai-dobrar-de-tamanho-ate-2020-com-a-producao-do-pre-sal-diz-graca-foster.shtml
Se em 7 anos vier o pré-sal, o que vai acontecer com o mercado imobiliário dessas regiões?

Anônimo disse...

Aqui está o verdadeiro sigificado da COPA em termos de NEGÓCIOS. Lembra aquela conta de 0.1 imóvel vendido por corretor em Sao Paulo.

($ 100,000,000 Reais) / (13,000 empresas) = 7692 Reais/empresa

Pequenas empresas embolsam R$ 100 milhões com Copa de 2014

"http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/04/1264676-pequenas
-empresas-embolsam-r-100-milhoes-com-copa-de-2014.shtml"

Com os negócios feitos para atender a Copa do Mundo em 2014, micro e pequenas empresas do país garantiram R$ 100 milhões ao caixa de seus empreendimentos.

São ao menos 13 mil empresas de diversos setores, com 70 mil negócios firmados em encontros realizados pelo Sebrae nos 12 Estados com cidades-sedes que abrigarão os eventos esportivos.

Anônimo disse...

Qual o número comparado com o mesmo período de 2012???

Maximino Fernandes disse...

pensei a mesma coisa! kkkkkk cheio de economista por ae!

Anônimo disse...

T+, pré-sal ou xisto, não importa, ninguém vai pagar o preço que sua imobiliária pede.

Anônimo disse...

T+, leia isto: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1226545-governo-paga-97-das-obras-em-estadios-para-a-copa-2014.shtml - O governo está pagando a copa do mundo inteira.

Kássia Tavares disse...

Mente bolhota é assim: não acredita na baboseira de bolha = corretor.

Como se os corretores ganhassem alguma coisa com preços elevados.

Mas, enfim, o dia que bolhota pensar, não será mais bolhota.

Kássia Tavares disse...

Resposta no texto.

T+ disse...

Sobre o pré-sal, é, ninguém vai pagar por local e serviços perto de petróleo, os Sheiks árabes que o digam.
Sim, existe um limite de preço que os imóveis vão chegar, mas o que quero dizer que não é o fim dos investimentos devido a copa do mundo ou olimpíadas que farão Rio de Janeiro se degradar ou se desvalorizar, principalmente se vingar o pré-sal.
Se você não entende princípios básicos de urbanismo, eu posso desenhar, segue link:
https://imageshack.us/scaled/large/442/urbanismo.png
ps: tem no rodapé a referência caso você queira deixar de ser um míope paranoico e se tornar apenas um paranoico.

-------------------

sobre a copa: você sabe o que é e como funciona o BNDES? Tente ler, compreender e depois você vai entender que é melhor procurar notícias sobre economia na seção de economia e não (somente) esporte.

Anônimo disse...

E em relação a 2010 e 2011 as vendas caíram quanto? Ouvi falar que em Brasília a queda nas vendas foi de mais de 78%. Muito não, considerando que lá tá cheio de deputado e são todos ricos. Os donos de construtoras em Brasília devem estar em situação difícil com queda tão acentuada nas vendas. Creio que lá a bolha já estourou, naquele bairro novo que só tem mato.

Kássia Tavares disse...

É verdade. Essa bolha imobiliária brasileira é sui generis: estoura, mas os preços não caem..kkk

Anônimo disse...

desculpa, BNDES não é dinheiro do governo?

vc tem contato com empresas de shoppings, eu trabalho no planejamento estratégico de uma das maiores e não, não estão investindo a rodo.

claro que há crescimento, ninguém aqui falou que não há crescimento populacional.

agora: crescimento populacional de 30% ao ano? por 3 anos?

tá...tá... era o tal déficit habitacional... tadinho. o cara que compra um apto de 400k antes não tinha aonde morar... morava embaixo da ponte!

ainda bem que construíram esses aptos de meio milhão de reais, assim quem não tinha casa pode ir morar neles.

e o melhor de tudo é que não teve especulação! realmente, especulação nunca houve no brasil, só uns investidores que compraram vários aptos para revender... mas isso não aumenta o estoque de aptos

e tem a regra número 1 da economia: imóvel sempre valoriza. A regra número dois é a da demanda e oferta, mas essa, como todo bom economista sabe, vale para tudo menos imóvel, pois imóvel segue a regra 1.

Anônimo disse...

Não caem? E no Noroeste, aconteceu o quê? Certamente você bloqueia, senão eu traria aqui uma relação enorme de imóveis que baixaram de preço. Imóveis novos, imóveis usados....

Mas aí não te interessa publicar, né?

Anônimo disse...

Título tendencioso e matéria tendenciosa

As vendas estão caindo, é só comparar dentro da Sazonalidade específica

Em Janeiro nunca vende nada mesmo

Anônimo disse...

T+, trabalho na área de energia há mais de 15 anos, e posso lhe afirmar que você está bem desinformado em pelo menos duas coisas:
1° Não existe tecnologia para extrair o petróleo do pré-sal, e não há nenhuma previsão de quando essa tecnologia ficará disponível. Ou seja, a Petrobrás vendeu um sonho aos brasileiros e esse sonho já está virando pesadelo. É só ver os últimos números da Petrobrás.
2° Tirando os grandes empreendimentos que já estão em construção (Santo Antônio, Jirau e Belo Monte) não há mais nenhum grande projeto energético em pauta no país. Aliás, com a redução da tarifa energética pela Dilma, diminuiu o interesse em investir em energia, pois o retorno da energia vendida está muito baixo. Além do que, as grandes empresas de engenharia da área de energia elétrica estão as minguas sem projetos.
Já as obras de infraestruturas desse país, eu só tenho visto projetos que estão correndo atrás da máquina. Toda a base de infraestrutura é da época do governo militar, e o que se faz é uma meia sola em cima do que foi feito a 30, 40 anos atrás.
Viaje um pouco para fora do Brasil e veja o que é uma infraestrutura de verdade.

T+ disse...

1) Tenho contato com engenheiros da Petrobrás. Já ouvi parte falando que é uma catástrofe, outros mantém a previsão de 8 anos ainda é possível.
2) Brasil é diferente de São Paulo. A matéria é sobre São Paulo. O que eu postei é sobre expansão da infra é de São Paulo(exceto sobre o pré-sal). Mas você tem razão sobre o que você escreveu em termos de Brasil e não disse o contrário. Em São Paulo tenho visto escritórios de projetos de infra e energia sendo engolidos por empresas italianas, portuguesas, inglesas e espanholas através de aquisições agressivas, se você é do ramo, deve ter ciência disso. Por este motivo, duvido que não há coisa por vir e tudo fique estagnado.

T+ disse...

Quase isso. O que é o BNDES e para que serve? Antes eu tinha o mesmo pensamento que você. É por isso que dificilmente vemos o BNDES financiar uma obra pública.

Não falei que não estão investindo a rodo, mas ainda estão investindo. Aliás, o último Shopping inaugurado em São Paulo (Tucuruvi) teve que inaugurar sem cinemas (por ser novidade, atrai muitas pessoas no começo, lógico), mas já está expandindo de tamanho (mais lojas e estacionamento).
Tenho notícias também de novo shopping previsto na região de Jabaquara sendo negociado.

Especulação? Eu acho que na verdade teve oferta e procura tão somente. Especulação é o que está acontecendo agora, com pessoas querendo abaixar o preço de qualquer maneira. Mas esquecem-se de que os investidores, os reais investidores tem um time grande por trás e conseguem sobreviver em um momento que parece de incerteza. Não vão vender os imóveis 80% mais barato, pois houve acúmulo de aumento de preço de mão de obra, matéria prima, inflação, terreno, etc. Só vai vender a esse preço o néscio desavisado que agora fica postando sobre bolha imobiliária e tem um mico na mão pois não tem nem como pagar as chaves. Variações do mercado sempre ocorrerão, preços podem aumentar, estagnar ou diminuir. O que aconteceu na década de 90 refletiu agora. Mas nos grandes centros, principalmente em São Paulo, sempre haverá procura por imóvel.
Outra coisa, não foram só construídos imóveis de milhão de reais em Sampa. Grande São Paulo é uma coisa engraçada, não é? É possível encontrar imóveis novos na faixa de 400 a 250k. Se você acha que se vier uma crise no setor imobiliário você vai conseguir comprar imóvel, não se iluda, pois se você não consegue comprar imóvel hoje, não será mais fácil amanhã. Obviamente se você quiser um apartamento de alto padrão, terá que desembolsar uma grana violenta. Imóvel não será moeda de escambo, Brasil não é Espanha, se não aceita fazer comparações com PIB, tente fazer com índice BIG MAC, kkkk. Acho que você precisa rever os teus conceitos de economia. Imóvel nem sempre se valoriza. Tente entender conceito básico de urbanização que você vai perceber que em são paulo vai ter valorização, mas se não tiver investimentos, a área pode se degradar e aí sim, se desvalorizar. Senão, a região do centro velho ainda teria o mesmo glamour de outrora.

Anônimo disse...

a kássia e os amiguinhos dela acharam que o noroeste chegaria a 20 mil o metro quadrado. que piada. só se esqueceram que ninguém teria dinheiro para isto e que também não teria nenhum louco para comprar um cubículo no meio do mato por 20 mil. as pessoas se recusam a pagar 10 mil, 9 mil, 8 mil, tá tudo encalhado, ninguém compra, agora imagina 20 mil kkkkkkkkkkkkkkkk

Anônimo disse...

Kassia,

Queria saber se você acha que os incomPTetentes no governo nos levarão a uma crise nos próximos anos? Se sim, você acha que isso pode afetar os preços dos imóveis e com isso os bolhotas comemorarem com seus Ploc's e yeahh's característicos.

Kássia Tavares disse...

Em economia ser incompetente tem sua vantagem: o sujeito não faz nada. E quando não se faz nada na economia, é bom. Portanto não existe a menor chance de os petralhas nos levarem a uma crise, mas também não vamos evoluir, e vamos ser superados pelo México como principal economia da AL. Essa é a herança dos incompetentes petralhas.

dimarcinho disse...

Exatamente, kkkkkkkkkkkkkkkkkk

Ia comentar isso, mas já vi uma enxurrada de gente comentando, nem precisou, hauhauahuahuahau

Anônimo disse...

oi kassia. os construtores e corretores inflaram artificialmente os pressos sem demanda que justificasse e as vendas pararam. agora a culpa e do governo? a culpa e de quem subiu os precos e construiu demais. problema e seu e nao meu. segura a batata quente. minha filha. e nao vai bater pezinho nao. e feio.

Kássia Tavares disse...

OMG! "inflaram artificialmente os pressos " é? Querido, faça do seguinte: dirija-se ao site que posta notícias faltas, pois lá seu analfabetismo funcional sentir-se-á acolhido por semelhantes.

Anônimo disse...

Se falar dificil fosse sinal de sabedoria e conhecimento, Pedro Bial seria o novo Eintein ...

Anônimo disse...

kassia, se permite não sou bolhota, tampouco acredito que a situação do mercado imobiliário brasileiro esteja "tudo bem muito obrigado". Até porque a situação macroeconômica é preocupante!
Gosto de ler este blog, mas assim como o bolha imobiliaria.com as noticias são sempre tendenciosas, cada qual com a sua realidade. E muitas vezes ambos muito utópicos, sempre tentando ludibriar a verdade!
Mas como estou no teu blog, vamos aos fatos. Em 2009 as vendas de acordo com o SECOVI SP atingiram 33mil unidades. 2010 este número atingiu seu maior índice, 37mil unidades. 2011 atingiu 28 mil unidades comercializadas e já em 2012 apenas 26 mil unidades. Isso mostra o efeito parabola, não sazonal!
Portanto Kássia, saiba entender o momento difícil do setor e combata as criticas de forma inteligente e embasamento existente! Faz seu blog mais interessante!
Saudações

Kássia Tavares disse...

Quem é que disse que quero fazer meu blog mais "interessante"? Eu já disse que esse blog não se presta a dar conselhos, e tampouco a rebater as boboseiras que são postadas em outros blogs. E já deixo claro que este blog não tem notícias atualizadas então não adianta se basear pelo que posto aqui, pois isso é apenas um espaço de manifestação das minhas ideias pessoais, mais nada. Não quero que seja nem interessante, nem bem fundamentado, nem bem embasado, e nem que tenha credibilidade. Estou me lixando para tudo isso. Bye.

Anônimo disse...

Então Kassia, eu acompanho o blog da bolha e eles sempre lembram de vc lá com ares caricatos.

Não acredito em uma bolha generalizada, pois sou dono de um pequeno grupo de empresas, e com isto reitero que nenhum mercado é linear ao ponto de haver movimentos sincronizados, mesmo perante oligopólios como o setor de telecomunicações.

A excessão seria mesmo uma crise nacional, provocada por fatores que fogem do controle público e privado, como uma nova crise no petróleo ou a quebra de algum grande banco, mas como vemos isso está longe de acontecer.

Também não acredito no excesso de oferta de imóveis, há sim um déficit habitacional gigantesco. Não fosse assim, isso não seria o Brasil, mas a Dinamarca, para começar. Portanto, há espaço para construir, seja na metrópole, seja no interior.

Tão pouco vejo um futuro negro para o Brasil no pós copa. Claro, o frisson provocado pelos eventos no Rio vão passar, trazendo os preços dos imóveis para dentro da curva... ou não. Vejam o caso de Barcelona: até hoje os preços são altos, mesmo em crise.

O Brasil é grande demais para ser comparado com uma Espanha, que nada produz. Nossa economia está começando a germinar, e isso leva tempo para amadurecer. Já não somos mais os mesmos de 20 anos atrás, e isso é latente nas ruas, no comércio, nas estradas.

O conceito "valor", que foi criado nesse tempo é que não entra na cabeça dos mais ortodoxos, aqueles a favor da bolha. Não enxergam que os ativos circulantes de hoje são 10x maiores no período. E o tamanho do passivo também cresceu.

Hoje a cultura do endividamento é tratada com muito mais responsabilidade, graças ao crescimento do nível de emprego, do valor depositado pelo INSS e do montante gerado na troca destes. Não se ve mais tantas pessoas deixando o nome sujo e esperando 5 anos para limpar, pois não compensa. Todos querem o novo, o melhor, o mais caro.

Nisso, obviamente criam-se distorções. Faz parte do amadurecimento do país e das pessoas que vivem nele. Empresas querem se aproveitar destes movimentos para lucrar mais, e isto faz parte do capitalismo.

Pessoas de posse de quantias invadem os mercados disponíveis para obter lucro, incluindo o imobiliário. E como em qualquer trade, há risco x retorno. Se estes que investem em imóveis vão ter lucro ou prejuízo lá na frente com imóveis comprados em construção, só o futuro irá dizer.

É ipso facto que todos querem comprar uma moradia barata. Todos querem pagar barato em tudo na verdade, faz parte do capitalismo. Só se esquecem disso quando estão com o chicote nas mãos, aí tudo muda. Todos querem lucrar muito. Outra parte do capitalismo.

Aos que defendem a bolha, os ortodoxos, eu pergunto: Se fosse dono de uma construtora, independente do tamanho, e tivesse a chance de vender um imóvel com 200% de lucro, aproveitando-se da oportunidade do frisson da mídia? Deixaria de vender por questões pessoais?

Lembrando que ética não existe no capitalismo, segundo Keynes, Mises, Marx, Schumpeter ou quem voce consultar.

Anônimo disse...

Então Kassia, eu acompanho o blog da bolha e eles sempre lembram de vc lá com ares caricatos.

Não acredito em uma bolha generalizada, pois sou dono de um pequeno grupo de empresas, e com isto reitero que nenhum mercado é linear ao ponto de haver movimentos sincronizados, mesmo perante oligopólios como o setor de telecomunicações.

A excessão seria mesmo uma crise nacional, provocada por fatores que fogem do controle público e privado, como uma nova crise no petróleo ou a quebra de algum grande banco, mas como vemos isso está longe de acontecer.

Também não acredito no excesso de oferta de imóveis, há sim um déficit habitacional gigantesco. Não fosse assim, isso não seria o Brasil, mas a Dinamarca, para começar. Portanto, há espaço para construir, seja na metrópole, seja no interior.

Tão pouco vejo um futuro negro para o Brasil no pós copa. Claro, o frisson provocado pelos eventos no Rio vão passar, trazendo os preços dos imóveis para dentro da curva... ou não. Vejam o caso de Barcelona: até hoje os preços são altos, mesmo em crise.

O Brasil é grande demais para ser comparado com uma Espanha, que nada produz. Nossa economia está começando a germinar, e isso leva tempo para amadurecer. Já não somos mais os mesmos de 20 anos atrás, e isso é latente nas ruas, no comércio, nas estradas.

O conceito "valor", que foi criado nesse tempo é que não entra na cabeça dos mais ortodoxos, aqueles a favor da bolha. Não enxergam que os ativos circulantes de hoje são 10x maiores no período. E o tamanho do passivo também cresceu.

Hoje a cultura do endividamento é tratada com muito mais responsabilidade, graças ao crescimento do nível de emprego, do valor depositado pelo INSS e do montante gerado na troca destes. Não se ve mais tantas pessoas deixando o nome sujo e esperando 5 anos para limpar, pois não compensa. Todos querem o novo, o melhor, o mais caro.

Nisso, obviamente criam-se distorções. Faz parte do amadurecimento do país e das pessoas que vivem nele. Empresas querem se aproveitar destes movimentos para lucrar mais, e isto faz parte do capitalismo.

Pessoas de posse de quantias invadem os mercados disponíveis para obter lucro, incluindo o imobiliário. E como em qualquer trade, há risco x retorno. Se estes que investem em imóveis vão ter lucro ou prejuízo lá na frente com imóveis comprados em construção, só o futuro irá dizer.

É ipso facto que todos querem comprar uma moradia barata. Todos querem pagar barato em tudo na verdade, faz parte do capitalismo. Só se esquecem disso quando estão com o chicote nas mãos, aí tudo muda. Todos querem lucrar muito. Outra parte do capitalismo.

Aos que defendem a bolha, os ortodoxos, eu pergunto: Se fosse dono de uma construtora, independente do tamanho, e tivesse a chance de vender um imóvel com 200% de lucro, aproveitando-se da oportunidade do frisson da mídia? Deixaria de vender por questões pessoais?

Lembrando que ética não existe no capitalismo, segundo Keynes, Mises, Marx, Schumpeter ou quem voce consultar.

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