segunda-feira, 9 de julho de 2012

Consumidora tem prejuízo de R$ 75.000 por acreditar em bolha imobiliária

Orientar pessoas sobre investimento é algo muito delicado, pois uma "dica" errada pode resultar em prejuízos irreparáveis. No caso de dicas sobre mercado imobiliário a situação é ainda mais grave, pois a compra de um imóvel na maioria das vezes é a maior transação financeira que uma pessoa vai fazer na vida.

Bolha Imobiliária - o choro da mulher

Um erro de avaliação em uma transação imobiliária pode acarretar uma grande perda financeira, e é exatamente por esse motivo que os principais consultores sobre o assunto na Internet tendem a ser conservadores em suas recomendações.

Os artigos publicados neste site não fazem recomendação sobre comprar ou não comprar imóveis ou qualquer outro ativo. Apenas expomos nossa opinião, fundamentada em dados econômicos, de que a tendência do mercado é continuar a se valorizar.

Entretanto, no famoso blog Bolha Imobiliária, os participantes do site não têm o menor constrangimento de recomendar, sempre e insistentemente, que as pessoas devem não comprar imóveis agora, e deixar para adquirí-los em um futuro hipotético, quando a suposta bolha imobiliária teria estourado, e os preços então estarão mais baixos.

Ocorre que esse tipo de recomendação vem sendo feita desde 2010 - quando o site foi ao ar - e, desde então, os imóveis sempre se valorizaram. Assim, até agora, quem optou por adiar a compra de imóveis com base em "recomendações" que alertam para uma suposta bolha imobiliária acabou por tendo prejuízos. E prejuízos da ordem de dezenas de milhares de reais.


É o caso, por exemplo, da usuária "Cláudia" do referido site, funcionária pública casada com um comerciante que resolveu adiar a compra de um imóvel por influência de integrantes do blog Bolha Imobiliária. O resultado: se for comprar hoje o mesmo imóvel, terá que pagar R$75.000 reais a mais, em função da valorização.

Veja abaixo o relato da usuária:

"Trabalho para uma autarquia e meu marido é comerciante. Tenho TOTAL interesse que os imóveis diminuam de preço, pois estamos tentando comprar algo decente há anos. Comecei a olhar um apto no final do ano, e por influência de um amigo, comecei a ler este blog( ele tb acredita no tal ploc). Fiquei influenciada por vários posts de vcs, que previam um estouro num tal dia de junho, com derretimento dos preços e desisti da compra. RESULTADO: para comprar um apto similar hoje teria que pagar 75 mil a mais. Também percebo que estão demorando mais p/ vender, porém não consigo nenhum desconto por causa disso. e até agora não vi ploc nenhum….."



É interessante também observar que a usuária Cláudia, após fazer o seu relato, foi ridicularizada no site por membros que afirmaram que ela era uma corretora, ou que era "ingênua" pois acreditava em corretores. Ademais, chegaram a sugerir que quem acredita nesse tipo de conversa é "burro". Observe abaixo.


O caso da usuária Cláudia não é o único, não foi o primeiro e nem será o último, de pessoas que, mesmo dispondo de recursos financeiros, adiaram a aquisição de imóveis por acreditar em crenças e promessas mirabolantes de que preços de imóveis irão cair.


A opinião deste blog é a de que não há qualquer hipótese que leve a uma redução de preços de imóveis em um cenário de crescimento da economia e da renda, além de um mercado de trabalho caracterizado por praticamente pleno emprego. Há, inclusive, sinais de que a atual "calmaria" do mercado imobiliário pode estar no fim, e que quem não comprar agora, poderá pagar mais caro no futuro.

42 comentários:

Anônimo disse...

No último paragrafo você comenta em crescimento da renda. Aonde que isso está ocorrendo ? Pois no meu universo de contatos, onde as pessoas ganham de 5 a 30 salarios minimos, não conheço ninguem que teve crescimento de renda nos ultimos anos.

Unknown disse...

Kássia, não sei porque você está dando tanta importância a um comentário feito em um fórum que você mesma desacredita.

Quanto ao comentário em si, faço algumas observações.

A Senhora Cláudia não entende de mercado imobiliário. Ela vê os anúncios a acredita que os preços efetivamente praticados são aqueles. Anúncios são anúncios, é o valor inicial para uma negociação, e não o valor exato da venda.

Vivemos um momento de superoferta de imóveis, portanto, ela deve procurar um pouco mais. Há muitas pessoas que compraram imóveis nos últimos anos com perspectiva de supervalorização, mas isto não aconteceu. E hoje tentam anunciar os imóveis pelo mesmo preço que pagaram no passado, e estão tendo prejuízos, por conta do reajuste do INCC, que foi de 7,48% em 2011.

http://www.escgaspar.com.br/incc.htm

Este prejuízo na verdade, não foi prejuízo, pois ao não realizar a compra, a Cláudia saiu de uma grande fria, pois a cada dia que passa, o número de reclamações contra construtoras aumenta.

http://mais.uol.com.br/view/99at89ajv6h1/reclamacoes-contra-construtoras-aumentam-quase-60-04020D993864E0A12326?types=A

A Cláudia, ao deixar de comprar um imóvel na planta, também deixou de pagar a taxa de corretagem, cobrança indevida também.

http://obraatrasada.blogspot.com.br/2011/05/taxas-de-corretagem-e-sati-devem-ser.html

Guilherme Eduardo disse...

Como assim prejuízo de R$ 75.000 ???

Hipoteticamente, se o imóvel subiu 10%, ele teria passado de R$ 750 mil para R$ 825 mil. Como disse que começou a olhar no final do ano, vamos considerar que ela teria comprado a 06 meses atrás.

Caso o imóvel fosse comprado por R$ 750 mil ela teria pago de taxas em cartório e ITBI de 2,5 a 4% do imóvel, dependendo do lugar. Utilizando 2,5%, que seriam R$ 18.750;

Sendo uma casa em condomínio fechado ou um apto, teria que pagar condomínio. Esse valor pode chegar aprox. de 0,1% até 0,5% do valor do imóvel, dependendo dos serviços. Como não sabemos o local do imóvel, valor utilizar 0,1%, que seriam R$ 750/mês, ou R$ 4.500 em 06 meses.

Com esse valor aplicado durante 06 meses ganhando 0,5%am líquidos, renderia R$ 3.750 todo mês, ou R$ 22.500 em 06 meses;

Mais a corretagem (que vem embutido no valor). Pesquisando o site do CRECI-SP e o google observei que a média gira em torno de 4% a 6%. Considerando 4%, seriam R$ 30.000 para o corretor.

Somando: R$ 18.750 + R$ 4.500 + R$ 22.500 + R$ 30.000 = R$ 75.750 (lembrando: são valores aproximados)

Fica a pergunta: a pessoa teria PERDIDO R$ 75.000? Ou deixado de GASTAR R$ 75.000??? O dinheiro rendendo no banco (com R$ 750 mil consegue-se mais) ela ainda teria GANHADO R$ 22.500!!!

Unknown disse...

Lembrando que a taxa de corretagem é indevida e ilegal, pois a responsabilidade pelo pagamento da corretagem é da vendedora do imóvel, pois o corretor foi contratado pela construtora, e não pelo comprador.

Maiores informações no link abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=rYZOoFCvCew

Este outro artigo é uma entrevista com o advogado Dr. Felipe de Benedetto, especialista em direito do consumidor:

http://www.youtube.com/watch?v=FEdRlGYPhww

Portanto, ao comprar um imóvel, se a construtora ou imobiliária quiserem te cobrar a corretagem, diga não, pois a responsabilidade é deles e não sua.

E caso já tenha comprado o imóvel, corra atrás dos seus direitos.

Kássia Tavares disse...

A renda agregada da economia está crescendo. Neste momento, com economia patinando a renda agregada continua a crescer 5% anualizados. Não é porque vc ou seu amigo não teve aumento de salário que a renda total da economia não cresceu. Cresceu e continua a crescer, sobretudo nos segmentos de salários mais baixos. E esse povo todo incorporado na classe média que está pressionando o mercado imobiliário.

Kássia Tavares disse...

A Senhora Cláudia não entende de mercado imobiliário.

Ela não entende e foi se aconselhar com entende menos ainda. Se esse povo entendesse de mercado imobiliário não estariam choramigando e acreditando em profecias que os preços de imóveis vão cair.

. Ela vê os anúncios a acredita que os preços efetivamente praticados são aqueles. Anúncios são anúncios, é o valor inicial para uma negociação, e não o valor exato da venda.

O fato é o seguinte: se 2011 para cá ocorreu uma valorização média de 20% nos preços. Quem adiou a compra está pagando mais caro agora.

Há muitas pessoas que compraram imóveis nos últimos anos com perspectiva de supervalorização, mas isto não aconteceu. E hoje tentam anunciar os imóveis pelo mesmo preço que pagaram no passado, e estão tendo prejuízos, por conta do reajuste do INCC, que foi de 7,48% em 2011.

Quem compra imóvel na planta tem que esperar nas chaves para vender. Se quiser vender antes, terá prejuízo. Agora, concordo que os preços atuais já estão muito elevados. Quem for comprar agora tem que pedir bons descontos mesmo.

Este prejuízo na verdade, não foi prejuízo, pois ao não realizar a compra, a Cláudia saiu de uma grande fria, pois a cada dia que passa, o número de reclamações contra construtoras aumenta.

O número de reclamações aumenta exatamente porque o mercado imobiliário está se expandindo.

A Cláudia, ao deixar de comprar um imóvel na planta, também deixou de pagar a taxa de corretagem, cobrança indevida também.

Não há informações se ela comprou na planta ou pronto, se pagou ou deixou de pagar corretagem, por dentro ou por fora. O fato é que o preço do imóvel é o mesmo, estando a taxa de corretagem explicitada ou não, de modo que isso é irrelevante para a análise da compra do ponto de vista do investimento.

Kássia Tavares disse...

"Caso o imóvel fosse comprado por R$ 750 mil ela teria pago de taxas em cartório e ITBI de 2,5 a 4% do imóvel, dependendo do lugar. Utilizando 2,5%, que seriam R$ 18.750;"

E se ela for comprar agora vai pagar mais de R$ 20.000 de ITBI. O prejuízo é ainda maior que os R$ 75.000.

Sendo uma casa em condomínio fechado ou um apto, teria que pagar condomínio. Esse valor pode chegar aprox. de 0,1% até 0,5% do valor do imóvel, dependendo dos serviços. Como não sabemos o local do imóvel, valor utilizar 0,1%, que seriam R$ 750/mês, ou R$ 4.500 em 06 meses.

Se ela não comprou, está pagando tudo isso, só que no imóvel que está alugando. Ou seja, pagar vai pagar isso do mesmo jeito.

"Com esse valor aplicado durante 06 meses ganhando 0,5%am líquidos, renderia R$ 3.750 todo mês, ou R$ 22.500 em 06 meses;"

Pois é. ganharia 22.5k na poupança e paga R$ 75.000 reais a mais no imóvel, fora ITBI maior, taxas maiores e etc.

Mais a corretagem (que vem embutido no valor). Pesquisando o site do CRECI-SP e o google observei que a média gira em torno de 4% a 6%. Considerando 4%, seriam R$ 30.000 para o corretor.

Colega, quem você está tentando enganar? Informo que este site aqui as pessoas pensam. A comissão é devida em QUALQUER SITUAÇÂO. Se ela for comprar hoje, a comissão incidirá sobre R$ 825k e não R$ 750k. Ou seja, pagará ainda mais comissão! Ou seja, o prejuízo dela por acreditar em bolha é de R$ 75.000 + a variação a mais do ITBI + a variação a mais da corretagem.

Unknown disse...

Kássia, porque você insiste que a comissão é devida.

A comissão de corretagem cobrada do comprador não é somente indevida, mas ilegal.

Veja os vídeos acima, por favor.

Kássia Tavares disse...

Ana, não tem nada de ilegal. Me mostre qual lei que fala que é o vendedor que tem que pagar a comissão. Não existe isso. Fora o fato que em imóveis na planta, SEMPRE, em QUALQUER HIPÓTESE, o comprador que pagará a comissão. A diferença é apenas se isso vai ficar explícito ou não. E mais: o preço será rigorosamente o mesmo.
Enfim, isso é uma questão menor. Quem deixar de fazer um bom negócio por causa de uma irrelevância dessa, depois só restará ir chorar em sites que iludem os outros vendendo fantasias que preços imobiliários vão cair magicamente.
Essa discussão é tão nonsense...quem não quer pagar, que não pague. Ninguém obriga ninguém a comprar nada, nem a assinar contrato nenhum.

Henrique disse...

Quanta infantilidade dessa senhora Cláudia, não?

Colocar a culpa por um investimento que não fez em um blog de internet.

Cada pessoa maior de idade é responsável por seus atos, e mesmo que alguém tenha falado que não é hora de comprar imóveis, a senhora Cláudia deveria ter avaliado melhor se deveria ou não ter comprado o imóvel em questão.

Espanta-me ainda mais o fato de você, Kássia Tavares, dar tanta importância a um comentário de uma compradora de imóveis que não realizou a compra.

É como diz o ditado: há males que vem para bem.

Quantas pessoas no passado deixaram de comprar imóveis da ENCOL, e ao ver a empresa falida, suspiraram aliviados.

E hoje, quantas pessoas deixaram de comprar imóveis de MRV, Brookfield e tantas outras que dão problemas e dores de cabeça a quem comprou, e hoje viram que fizeram bem em não comprar.

Henrique disse...

Mas o que importa para as pessoas é a renda pessoal, e esta não subiu.

Como faltam compradores, ficam vários imóveis encalhados nas construtoras, e todos os dias vários corretores ficam ligando oferecendo ofertas, mas todas com preços impossíveis, como quitinetes por R$ 400.000.

Henrique disse...

Se você não possui quase nenhum dado a respeito do negócio dessa Cláudia, nem se o imóvel é novo ou usado, se pagou corretagem ou não, nem o preço cobrando antes, o preço cobrado atualmente, a localização do imóvel, a construtora, a imobiliária.

Acho que você se precipitou muito em se solidarizar com o problema dessa coitada, pois nem você sabe ao certo que tipo de negócio foi o dela.

Henrique disse...

Onde você viu esta valorização de 20% de 2011 para cá?

Não acredite em tudo que os corretores contam.

Lembre-se que eles querem é vender.

Kássia Tavares disse...

A renda pessoal não subiu? A sua e de seus amigos pode não ter subido, mas isso não significa que a renda das famílias não subiram. Vai ver quanto ganhava um pedreiro ou mestre de obra em 2009 e vai ver quanto ganha hoje.
Quer mais: micro, pequenos e médios empresários. Esse pessoal passou a observar vendas explodindo e lucros também, a maioria dos quais não tendo onde aplicar tanto dinheiro...e vão e colocam em imóveis. Pequenos produtores rurais do país inteiro também.
O que acontece, é que os salários da classe média e média alta não subiram mesmo no período, e é esse público que majoritariamente escreve na Internet, em blogs e etc. Aí eles olham para o próprio umbigo e acham que a renda não subiu, e se esquecem de ver o que aconteceu ao seu redor.
A renda das classes mais baixas subiu em muito, em função da redução do desemprego. E micro, pequenos e médios empresários urbanos e rurais, além dos autônomos também observaram incremento de renda.
E some isso à redução da parcela do financiamento. Isso explica o mercado imobiliário de fato.

Mateus Balconi disse...

Por favor, leia a planilha e me mostre o crescimento da renda. Não consigo encontrar.

'http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/trabalhoerendimento/pme_nova/tabelas_excel/tab137122011.xls

Isso é aumento de renda? Faz-me rir.

Sobre sua frase: "A renda das classes mais baixas subiu em muito, em função da redução do desemprego."

Já viu qual é o ganho médio per capta da classe C? Pesquise, simule um financiamento e me diga, qual imóvel eles podem comprar?

Já leu: 'http://ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/trabalhoerendimento/pme_nova/pme_201201pubCompleta.pdf ?

Você acredita em si?

Unknown disse...

Kássia, a questão não é a existência de lei sobre ter o comprador ou vendedor ter que pagar a comissão.

1. A questão é que em regra, quem paga é o vendedor, pois o vendedor contrata o corretor para vender, certo?

Portanto, quem contrata, paga.

As construtoras contratam corretores, logo elas devem pagar o corretor.

E mais, nas propagandas, as construtoras e imobiliárias informam somente o valor total do negócio, e isto dá a impressão que todo o valor é para compra do imóvel, mas como parte deste valor vai diretamente para a corretagem, o imóvel sofre, desde já, uma depreciação, muito embora o comprador tenha pago o valor cheio.

2. E esta prática lesa o Código de Defesa do Consumidor

O art. 31 do Código de Defesa do Consumidor estabelece que "a oferta e apresentação de produtos ou serviços devem assegurar informações corretas, claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa sobre suas características, qualidades, quantidade, composição, preço, garantia, prazos de validade e origem, entre outros dados, bem como sobre os riscos que apresentam à saúde e segurança dos consumidores".

O art. 30 do mesmo diploma ainda complementa que "toda informação ou publicidade, suficientemente precisa, veiculada por qualquer forma ou meio de comunicação, com relação a produtos e serviços oferecidos ou apresentados, obriga o fornecedor que a fizer veicular ou dela se utilizar e integra o contrato que vier a ser celebrado.”

Caso tenha interesse, leia a decisão a seguir:

http://www.tjsp.jus.br/PortalTJ3/Paginas/Pesquisas/Primeira_Instancia/tjsp_sentenca_completa.aspx?chavePesquisa=5&codProcesso=43161033&codSentenca=12746132&numProcesso=562.01.2011.001787-5

Processo Nº 562.01.2011.001787-5

Unknown disse...

Outra Kássia, o preço não continua rigorosamente o mesmo como você afirma.

Em uma situação normal, o corretor anuncia o imóvel por R$ 250.000, e o contrato sai no valor de R$ 250.000.

No entanto, com a esperteza de muitas empresas, o corretor anuncia o imóvel por R$ 250.000, mas no contrato sai apenas R$ 240.000 (muito embora o comprador tenha pago R$ 250.000).

Desta forma, no caso de distrato, o comprador terá direito a um percentual somente sobre R$ 240.000 e não sobre R$ 250.000, sendo, portanto, lesado.

Kássia Tavares disse...

a questão não é a existência de lei sobre ter o comprador ou vendedor ter que pagar a comissão.

Ok, então fica claro que não é ilegal, como você tinha afirmado anteriormente.

Unknown disse...

A discussão não é nonsense.

É uma média de 4% a 6% sobre o valor de cada apartamento, de prejuízo para cada comprador, e de lucro a mais para a construtora.

Agora imagine quantos apartamentos uma construtora levanta em um prédio?

Em um bairro?

Em uma cidade?

O valor deve ser muito irrelevante mesmo....

O meu dinheiro é ganho honestamente, e não admito que me cobrem o que não é devido.

Unknown disse...

Favor confira a decisão judicial abaixo

http://www.tjsp.jus.br/PortalTJ3/Paginas/Pesquisas/Primeira_Instancia/tjsp_sentenca_completa.aspx?chavePesquisa=5&codProcesso=43161033&codSentenca=12746132&numProcesso=562.01.2011.001787-5

A referida decisão demonstra com toda a clareza que a cobrança da comissão de corretor do comprador é ilegal.

Nélio Oliveira disse...

Essa Kássia é muito engraçada. Ela ignora SOLENEMENTE a indicação de uma decisão judicial e usa uma mera frase da Ana Maria ("a questão não é a existência de lei sobre ter o comprador ou vendedor ter que pagar a comissão") pra supostamente reforçar sua argumentação.

Pensando bem, ela não é engraçada não. É patética... rs...

Kássia Tavares disse...

A discussão não é nonsense.

É uma média de 4% a 6% sobre o valor de cada apartamento, de prejuízo para cada comprador, e de lucro a mais para a construtora.


É sim. Você vai pagar esse valor de qualquer jeito. A diferença é se isso será explicitado ou não. O valor do imóvel não muda.

Por isso que é nonsense: algumas pessoas resolvem perder tempo para discutir um assunto que é irrelevante do ponto de vista financeiro.

Kássia Tavares disse...

Infantilidade, não. Ela está correta.
Certos sites por aí optam por dar conselhos aos seus leitores baseados em profecias e premonições.
As pessoas caem na conversa e tomam prejuízo.
Então é correta a posição da Cláudia, pois alerta para que outros consumidores tenham mais responsabilidade em suas decisões.

Kássia Tavares disse...

Em uma situação normal, o corretor anuncia o imóvel por R$ 250.000, e o contrato sai no valor de R$ 250.000.

No entanto, com a esperteza de muitas empresas, o corretor anuncia o imóvel por R$ 250.000, mas no contrato sai apenas R$ 240.000 (muito embora o comprador tenha pago R$ 250.000).

Desta forma, no caso de distrato, o comprador terá direito a um percentual somente sobre R$ 240.000 e não sobre R$ 250.000, sendo, portanto, lesado.


No distrato, o valor da comissão do corretor será devida em QUALQUER HIPÓTESE, então NUNCA o consumidor terá esse dinheiro de volta. Entretanto, quando a comissão está explicitada (no caso em que fica claro que ela está sendo paga pelo comprador), o consumidor receberá 100% do que pagou à construtora.

Já quando é uma situação nebulosa, onde não está claro quanto foi cobrado de comissão e por quem, o Poder Judiciário dá até 25% de desconto no distrado a título de comissão.

Portanto, no distrato, é melhor para o consumidor que o valor da comissão fique explicitado.

Kássia Tavares disse...

A referida decisão demonstra com toda a clareza que a cobrança da comissão de corretor do comprador é ilegal.

Para algo ser ilegal, ela precisa estar contra uma LEI que afirme o contrário. Até agora você não conseguiu me mostrar NENHUMA lei que diga que cabe ao VENDEDOR o pagamento da comissão de corretagem.

E nem vai conseguir, pois esta lei não existe.

Portanto, o pagamento da comissão por parte do comprador NÃO É ILEGAL.

Kássia Tavares disse...

Essa Kássia é muito engraçada. Ela ignora SOLENEMENTE a indicação de uma decisão judicial e usa uma mera frase da Ana Maria ("a questão não é a existência de lei sobre ter o comprador ou vendedor ter que pagar a comissão") pra supostamente reforçar sua argumentação.

Pensando bem, ela não é engraçada não. É patética... rs...


Querido, em primeiro lugar, você é um PETRALHA, e, como tal, não deveria estar neste blog. Mas se por algum traço de sado-masoquismo você quer continuar a ler este blog, então sugiro que vá estudar e se informar um pouco antes de emitir suas opiniões petralhas.

O básico do básico é saber que para algo ser considerado ILEGAL ele precisa ser contrário a alguma lei. A Ana até agora não me mostrou a lei que torne a comissão de corretagem paga pelo comprador ilegal.

E você, que não tem capacidade de estar nesta discussão, já que é um petralha, opta por jactar-se da argumentação alheia.

Petralha, faça o seguinte: desinfeta daqui, vai. Some. Este blog não é feito para vocês.

Unknown disse...

Outro fato não comentado é: o imóvel continua a venda, ou seja, em 6 meses, não encontrou quem pagasse o preço pedido. O bem só vale o que o comprador está disposto a pagar e não o que vendedor está pedindo. Quem valida o preço é o comprador.
Se dona Cláudia não acha que o imóvel vale o preço pedido, não compre, mas não jogue a culpa de suas decisões sobre os outros. Não adianta ela vir e dizer, daqui a 6 meses, que o mesmo apt vale 140 mil a mais que no início do ano. Isso só vai nos dizer que o apt passou no mínimo 12 meses sem vender.

Nélio Oliveira disse...

Kássia, o que você acha de quem investe em títulos de capitalização por orientação dos gerentes de bancos? Caberia uma ação de indenização deles contra as instituições financeiras (e quiçá contra os gerentes), já que, segundo sua lógica, elas (quiçá eles, os gerentes) seriam as responsáveis pelos pífios rendimentos auferidos?

Kássia Tavares disse...

Errado. Em nenhum momento ela disse que o apto ainda está à venda. O que ela disse é que para comprar um apto "similar". "Similar" não é o mesmo, de onde se infere que se trata de outro imóvel e que o inicialmente cogitado para compra (e declinado em função dos conselhos do site Bolha Imobiliária) já foi vendido.

Kássia Tavares disse...

Kássia, o que você acha de quem investe em títulos de capitalização por orientação dos gerentes de bancos? Caberia uma ação de indenização deles contra as instituições financeiras (e quiçá contra os gerentes), já que, segundo sua lógica, elas (quiçá eles, os gerentes) seriam as responsáveis pelos pífios rendimentos auferidos?

Talvez sim, porque não? Os gerentes deveriam mostrar aos clientes que esses títulos são péssimos investimentos.

Há uma clara relação de consumo entre cliente e gerente do banco. O cliente paga pela consultoria financeira do gerente, e este usa sua influência para fazer o cliente comprar esses lixos de títulos de capitalização.

Eu acho que o MP deveria sim, nesse caso, entrar com uma ação para obrigar os bancos deixarem de vender títulos de capitalização como investimento.

Nélio Oliveira disse...

Bom, agora já sei que você não mantém este espaço a soldo de alguma instituição financeira. Agora fico entre algum partido político e a indústria da construção civil.

Kássia Tavares disse...

Colega, meu blog é irrelevante. Tem poucos acessos. Nem partidos políticos ou industrias de construção e muito menos bancos dão bola para ele e nem têm motivos para se interessar, já que o público atingido é muito reduzido.
Isso aqui é apenas um espaço para eu escrever minhas idéias sobre vários assuntos. Não estou preocupada com a audiência, se vai ser grande ou pequena.

Unknown disse...

Querida, leia o Código de Defesa do Consumidor! Leia o artigo abaixo, por favor, antes de falar besteira.

TERÇA-FEIRA, 24 DE ABRIL DE 2012
Construtoras respondem por corretagem
Posted on 24.4.12 by Editor

Na venda de um imóvel, as construtoras utilizam de vários meios para driblar o pagamento da comissão do corretor e imputar ao comprador a obrigação de pagar o serviço prestado pelo credenciado. A AMSPA alerta para a prática abusiva e orienta os mutuários sobre o que fazer para se livrar da manobra.

Procedimento ilícito, mas comumente praticado por construtoras, é o ato de obrigar o comprador do imóvel a assumir o pagamento da comissão do corretor. Para isto, contratam imobiliárias para fazer a intermediação entre o comprador e a incorporadora.

“Na hora da assinatura do contrato, o mutuário não sabe que será responsável pelo pagamento da remuneração e acaba aceitando sem o conhecimento da prática ilegal”, alerta Marco Aurélio Luz, presidente da AMSPA - Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências.

Ele ensina que o novo código civil tem um capítulo dedicado a corretagem imobiliária que estabelece normas para garantir o direito do corretor e do comprador saberem quem será o responsável pelo pagamento da comissão. Pela lei, a comissão de corretagem do imóvel deve ser paga por quem contratou o corretor, mas via de regra, as empreendedoras obrigam o agente comercial passar o recibo em nome dele ou até mesmo emitir nota fiscal da imobiliária para driblar a comissão de 6 a 8%, na venda de imóveis residenciais determinado pelo Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis).

“Essa prática lesiva, que já se tornou comum nos dias de hoje, deve ser denunciada porque, entre ouras coisas, é uma tentativa de sonegação de tributos e, no caso de desistência do empreendimento, o incorporador se negará a devolver o valor da comissão do corretor ao comprador, alegando que não foi ele quem recebeu o valor”, esclarece o presidente da AMSPA.

Segundo Marco, hoje é muito comum quando o mutuário está a procura da compra da casa própria, achar que está negociando diretamente com a construtora, por comparecer no próprio local da venda do imóvel. Mas na realidade, ele está lidando com um representante contratado pela incorporadora. Somente no momento de firmar o contrato, ou em muitos casos só depois da sua assinatura, é que o comprador descobre que negociou com um terceiro e, por isso, terá que assumir o pagamento da comissão do corretor. “Nesses casos quem tem a obrigação de pagar os serviços de corretagem é a construtora. A artimanha utilizada pelas empresas é ilícita e motivo de muitas queixas em órgãos como o Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor)”, expõe Luz.

Também há ocorrência de construtoras que separam o contrato da compra do imóvel do pagamento da porcentagem do agente comercial, para que na hora da rescisão não ter que devolver esse dinheiro.

Retirado do site:
http://www.rodriguesdefranca.adv.br/2012/04/construtoras-respondem-por-corretagem.html

Unknown disse...

O pagamento da corretagem pelo comprador no caso da compra de imóvel na planta de construtora é ilegal sim, pois fere o princípio da transparência, previsto no Código de Defesa do Consumidor.

Leia a reportagem abaixo:

http://www.rodriguesdefranca.adv.br/2012/04/construtoras-respondem-por-corretagem.html


Construtoras respondem por corretagem
Posted on 24.4.12 by Editor

Na venda de um imóvel, as construtoras utilizam de vários meios para driblar o pagamento da comissão do corretor e imputar ao comprador a obrigação de pagar o serviço prestado pelo credenciado. A AMSPA alerta para a prática abusiva e orienta os mutuários sobre o que fazer para se livrar da manobra.

Procedimento ilícito, mas comumente praticado por construtoras, é o ato de obrigar o comprador do imóvel a assumir o pagamento da comissão do corretor. Para isto, contratam imobiliárias para fazer a intermediação entre o comprador e a incorporadora.

“Na hora da assinatura do contrato, o mutuário não sabe que será responsável pelo pagamento da remuneração e acaba aceitando sem o conhecimento da prática ilegal”, alerta Marco Aurélio Luz, presidente da AMSPA - Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências.

Ele ensina que o novo código civil tem um capítulo dedicado a corretagem imobiliária que estabelece normas para garantir o direito do corretor e do comprador saberem quem será o responsável pelo pagamento da comissão. Pela lei, a comissão de corretagem do imóvel deve ser paga por quem contratou o corretor, mas via de regra, as empreendedoras obrigam o agente comercial passar o recibo em nome dele ou até mesmo emitir nota fiscal da imobiliária para driblar a comissão de 6 a 8%, na venda de imóveis residenciais determinado pelo Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis).

“Essa prática lesiva, que já se tornou comum nos dias de hoje, deve ser denunciada porque, entre ouras coisas, é uma tentativa de sonegação de tributos e, no caso de desistência do empreendimento, o incorporador se negará a devolver o valor da comissão do corretor ao comprador, alegando que não foi ele quem recebeu o valor”, esclarece o presidente da AMSPA.

Segundo Marco, hoje é muito comum quando o mutuário está a procura da compra da casa própria, achar que está negociando diretamente com a construtora, por comparecer no próprio local da venda do imóvel. Mas na realidade, ele está lidando com um representante contratado pela incorporadora. Somente no momento de firmar o contrato, ou em muitos casos só depois da sua assinatura, é que o comprador descobre que negociou com um terceiro e, por isso, terá que assumir o pagamento da comissão do corretor. “Nesses casos quem tem a obrigação de pagar os serviços de corretagem é a construtora. A artimanha utilizada pelas empresas é ilícita e motivo de muitas queixas em órgãos como o Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor)”, expõe Luz.

Também há ocorrência de construtoras que separam o contrato da compra do imóvel do pagamento da porcentagem do agente comercial, para que na hora da rescisão não ter que devolver esse dinheiro.

Sysrei disse...

Kássia está confundindo renda com salário ?
Renda que eu saiba é o que sobra quando quitamos as despesas fixas e não fixas.
A renda que aumentou aqui foi artificial por meio de crédito facilitado e agora começa a chegar a conta, vários setores estão começando a sentir esses efeitos.
Olha o que eu li hoje "A agência qualificadora de riscos Moody’s rebaixou as notas dos principais bancos brasileiros entre um e três degraus devido à exposição ao risco da bolha imobiliária."
E não é somente a bolha que está prejudicando a economia.
Agora vem falar que esta agência não tem credibilidade.

Sysrei disse...

Basta ver o quanto o custo de vida aumentou aqui. O brasileiro não tem renda suficiente para manter a indústria e o comércio em uma situação saudável, ainda mais em nossa sociedade pós industrial onde o foco no ocidente são os serviços. A concentração das indústrias estão se tornando viáveis somente em países do oriente pois a carga tributária e leis trabalhistas semi escravas ajudam e muito.
Por favor nunca vi tanta informação ilusória por aqui.

Carlos Wagner Flore disse...

Ah, esses corretores de imoveis que não tem serviço... Ja ouviram falar que: mente vazia, oficina do diabo?

Então, os presidiarios ficam tramando o dia todo na cadeia uma maneira de fuga... Por isso é impossivel o poder constituido bater de frente com suas inovações...

Corretores: VÃO TRABALHAR...Dona Kassia ou Cláudia (se é que me entende), faça o mesmo e deixe de escrever asneiras...

Henrique disse...

Kássia e defensores da inexistência da bolha imobiliária no Brasil, favor leia o artigo abaixo:

No entanto, especialistas são unânimes em afirmar: neste momento não há como fazer bom negócio com imóveis no País porque os preços já estão muito elevados. "Para mim, nós vivemos uma bolha do setor imobiliário, com preços muito além do que os imóveis valem. E preços que não vão se sustentar por mais muito tempo. Sendo assim, a compra de um imóvel nesse momento não é bom negócio, nem para investimento nem para morar", afirma Willian Eid, coordenador do Centro de Estados de Finanças da FGV-SP (Fundação Getulio Vargas).

Para o coordenador do curso de Real Estate da Poli/USP (Escola Politécnica da Universidade de São Paulo), João da Rocha Lima Júnior, comprar um imóvel agora é como comprar uma ação em época de alta da Bolsa. "O mercado imobiliário já está precificado. Essa história de comprar e esperar valorizar já não é uma boa opção, e, em minha opinião, nem investimento é. É especulação. Investimento é comprar para alugar, mas isso também não é bom negócio. Primeiro que alugar imóvel residencial no Brasil é muito difícil por causa da lei do inquilinato, que protege muito o locatário, fazendo o risco do negócio ser muito alto para o locador. Além disso, a relação entre valor de aluguel e valor de imóvel é muito ruim no País".

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2012/08/17/para-quatro-especialistas-imoveis-sao-pessimo-investimento-neste-momento.jhtm

Kássia Tavares disse...

Na realidade, esses "economistas" que advogam a existência de uma bolha imobiliária no Brasil estão querendo ser o "Noriel Rubini" brasileiro. Eles chutam que há bolha, e, caso ocorra uma redução de preços futura, querem faturar como os que previram a bolha, assim como o Rubini nos EUA.
O problema é que o Rubini falou de bolha nos EUA quando ninguém falava nisso, e ele detectou problemas no mercado imobiliário e também nos empréstimos imobiliários, prevendo a quebra de bancos. E de fato tudo isso aconteceu, e o Rubini foi catapultado para o estrelato econômico do dia para a noite, ganhando milhões de dólares, e tornando seu site de consultoria mundialmente requisitado.
Mas aqui no Brasil, como temos tudo de pior qualidade que os EUA, até nossos economistas que falam de bolha são de 5ª categoria: dizem que há bolha só porque os preços eles acham que estão elevados demais. Ridículo.

Eu quero ver também até quando eles sustentam a cada de pau de falar em bolha imobiliária eternamente (já são mais de 3 anos que esses arautos preveem o estouro e até agora nada), sem que haja estouro nenhum.

Unknown disse...

A bolha nos EUA foi anunciada 6 anos antes de tudo ir pro brejo. OU seja, não cante vitória antes do tempo.

Anônimo disse...

Kássia, cuidado com suas sugestões também. Você vive incentivando as pessoas a comprar agora senão vão pagar mais caro no futuro. Mas eu quero saber uma coisa, qual é o nome do prédio que você comprou no Noroeste? São quantos m2?

Anônimo disse...

Como e que você chegou neste valor de 75 mil reais de prejuízo para isto precisa de saber onde fica o imovel qual o preço dele o quanto ela pago e se hoje tem imovel perto desculpa meu teclado ta falhando o computador do hotel ta muito ruim

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