quarta-feira, 10 de outubro de 2012

FGV: Não há risco de bolha imobiliária no Brasil

A facilitação do crédito e o rápido avanço nos preços dos imóveis não criaram uma bolha imobiliária no Brasil, segundo avaliação da coordenadora de estudos de construção da Fundação Getulio Vargas (FGV), Ana Maria Castelo. Para ela, não existe no país um cenário que leve o setor a uma crise, como aconteceu em países desenvolvidos.

bolha imobiliária no Brasil

Não vejo espaço para termos uma grande desvalorização nos preços dos imóveis. Para isso acontecer muitas pessoas teriam que colocar suas casas à venda, o que não é provável de acontecer”, diz Ana. Ela argumenta que a inadimplência no setor imobiliário é muito baixa porque a última coisa que as famílias querem perder é sua moradia. Além disso, Ana acredita que a tendência é de aumentos menores nos preços dos imóveis daqui pra frente, com o ritmo de reajustes ficando próximo ao da inflação.

Já no que se refere ao crédito, o que o governo podia fazer para estimular as concessões – baixar juros e ampliar prazos – já está sendo feito, segundo Ana Maria. “Creio que o crédito imobiliário vai crescer 15% neste ano, em relação a 2011. É bastante, mas é a metade do que se previa no início do ano.”


Para a coordenadora, parte significativa da demanda por imóveis foi atendida nos últimos meses, mas ainda há espaço para crescimento. “Uma grande parcela da população está em idade de constituir família. Com a economia melhorando, aumenta a possibilidade de se comprar imóvel. Mas o avanço do setor será a taxas menores.”

Fonte: Valor Econômico

18 comentários:

Márcio Silveira disse...

Você afirmou várias vezes que é preciso comprar agora, porque em breve os preços vão subir muito. Mas o texto que você postou mostra outra realidade:

"(...)Ana acredita que a tendência é de aumentos menores nos preços dos imóveis daqui pra frente, com o ritmo de reajustes ficando próximo ao da inflação."

Afinal, o ritmo de reajustes ficará próximo da inflação ou aumentará muito?

Outra coisa, copacabana tem hoje, só no ZAP, cerca de 5.000 imóveis anunciados para venda. O que corresponde a cerca de 6% do total de residências no bairro. Este sendo um bairro onde não existem novas construções. Em bairros com construções, como a Barra, este índice deve ser maior. A partir de qual percentual você considera que há um grande número de pessoas colocando as residências para a venda?

Kássia Tavares disse...

Você afirmou várias vezes que é preciso comprar agora, porque em breve os preços vão subir muito. Mas o texto que você postou mostra outra realidade:

"(...)Ana acredita que a tendência é de aumentos menores nos preços dos imóveis daqui pra frente, com o ritmo de reajustes ficando próximo ao da inflação."

Afinal, o ritmo de reajustes ficará próximo da inflação ou aumentará muito?

Outra coisa, copacabana tem hoje, só no ZAP, cerca de 5.000 imóveis anunciados para venda. O que corresponde a cerca de 6% do total de residências no bairro. Este sendo um bairro onde não existem novas construções. Em bairros com construções, como a Barra, este índice deve ser maior. A partir de qual percentual você considera que há um grande número de pessoas colocando as residências para a venda?



Márcio, não venha mentir no meu blog. Eu nunca afirmei que "é preciso comprar agora, porque em breve os preços vão subir muito."

Eu afirmei várias vezes, e continuo afirmando, com base em fatos, que "quem não comprar agora, vai pagar mais caro no futuro".

http://www.politicaeconomia.com/2012/07/imoveis-o-momento-de-comprar-e-agora-e.html

Quanto vai subir, se vai subir muito ou pouco, eu não tenho bola de cristal, como certos professores por aí para saber quanto vai subir.

http://www.politicaeconomia.com/2012/08/economista-vidente-da-fgv-profetiza.html

Uma coisa é certa. Os preços vão subir mais em 2013, haverá uma aceleração na valorização. Quanto? Não sei, e quem afirma que vai subir ou cair X% está fazendo charlatanismo, nada além disso.



Márcio Silveira disse...

Katia, para mim está claro. O blog é seu e só quem pode mentir nele é você.

Em primeiro lugar, o post que você colocou faz uma previsão (ritmo de reajustes ficando próximo ao da inflação). Mas você afirma que quem faz previsões de quanto vai subir ou cair é um charlatão. Afinal, quem prevê o quanto vai cair é charlatão ou não? Porque se for, você postou um "artigo-charlatão".

Em segundo lugar, dizer que "quem não comprar agora, vai pagar mais caro no futuro", não quer dizer muita coisa. Se o aumento for somente a o da inflação (como prevê o artigo...), em termos efetivos isso não é motivo para apressar uma compra. O que você quis dizer, em bom português, é que não faz sentido poupar o dinheiro para comprar depois. Ou seja, você "prevê" que o aumento será maior que o rendimento deste dinheiro (o que contradiz o post, que "prevê" que o aumento será próximo da inflação).

Kássia Tavares disse...

Katia, para mim está claro. O blog é seu e só quem pode mentir nele é você.

Em primeiro lugar, o post que você colocou faz uma previsão (ritmo de reajustes ficando próximo ao da inflação). Mas você afirma que quem faz previsões de quanto vai subir ou cair é um charlatão. Afinal, quem prevê o quanto vai cair é charlatão ou não? Porque se for, você postou um "artigo-charlatão".

Em segundo lugar, dizer que "quem não comprar agora, vai pagar mais caro no futuro", não quer dizer muita coisa. Se o aumento for somente a o da inflação (como prevê o artigo...), em termos efetivos isso não é motivo para apressar uma compra. O que você quis dizer, em bom português, é que não faz sentido poupar o dinheiro para comprar depois. Ou seja, você "prevê" que o aumento será maior que o rendimento deste dinheiro (o que contradiz o post, que "prevê" que o aumento será próximo da inflação).


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Katia, para mim está claro. O blog é seu e só quem pode mentir nele é você.

Para ficar claro: Eu não minto. Você MENTE. Eu posso até me enganar, ter uma opinião que não se verificou no futuro (algo que até agora, diga-se de passagem, não aconteceu, pois todas as tendências sobre o mercado imobiliária se confirmaram), mas eu não adoto a MENTIRA neste Blog. Já você, sim, MENTE, descaradamente, quando atribui afirmações que eu não fiz a mim.

Relembrando: você escreveu que eu afirmei que "em breve os preços vão subir muito. "

Como eu não afirmei isso, e você não pode provar que eu afirmei isso, então está claro que Você mentiu e continua a mentir.

Como você também MENTE quando escreve que eu afirmei que "é preciso comprar logo", quando eu nunca afirmei isso.

Ou seja, a única coisa que vc fez neste blog até agora foi mentir, então não tem o se discutir com quem só quer mentir.

Tente outros blogs por aí, onde a mentira, e o charlatanismo não só são aceitos, como estimulados.

Márcio Silveira disse...

Você diz(ipsi litteris!), "Uma coisa é certa. Os preços vão subir mais em 2013, haverá uma aceleração na valorização." A coordenadora de estudos de construção da FGV diz, "a tendência é de aumentos menores nos preços dos imóveis daqui pra frente, com o ritmo de reajustes ficando próximo ao da inflação." Engraçado você postar um artigo que nega aquilo que você afirma. Ou você não havia percebido isso? Bem, de qualquer forma, melhoras

Kássia Tavares disse...

O artigo que eu postei nega a existência da bolha imobiliária. Ponto. E talvez você tenha problemas para ler e entender um texto, mas o que a coordenadora da FGV diz não "nega aquilo que eu afirmo". Ao contrário: vem ao encontro do que nós falamos neste blog há muito tempo: de que não há bolha imobiliária alguma no mercado imobiliário brasileiro.
Entretanto, enquanto a coordenadora da FGV acredita que os preços vão subir alinhados com a inflação, eu tenho a opinião de que os preços, em 2013, mantida a tendência de crescimento econômico acima de 4% em 2013 e redução dos juros, os preços dos imóveis em nível Brasil vão subir além da inflação. Como pode se ver, eu tenho a mesma opinião da coordenadora da FGV, com alguma diferença apenas na estimativa do nível que se verificará na valorização. A minha opinião é de que será mais acentuada que apenas a inflação.

Em resumo: Márcio, além de parar de mentir, você precisa aprender a ler e entender textos em Língua Portuguesa, pois suas intervenções neste blog sugerem que você faz parte da massa de analfabetos funcionais neste Brasil. ( se você não sabe o que é um analfabeto funcional, procure no Google).

Márcio Silveira disse...

Vamos lá, vamos ver se você não fugir de novo (ou vai só cortar a pergunta, como fez com a anterior):

Você ficou tão excitada com a parte do texto que reforça uma ideia que você quer passar (é compreensível, é seu ganha-pão), que não prestou atenção na outra, onde ela nega o que você afirma.

Você advoga o aumento da valorização em 2013
Ela diz o contrário, diminuição da valorização, que vai apenas seguir a inflação.

São coisas bastante diferentes. Se alguém diz para seus empregados que vai dar um aumento para eles no final do ano, e quando a época chega apenas corrige pela inflação...querer justificar a inexistência de aumento real como apenas "alguma diferença na estimativa do nível de valorização do salário" seria um eufemismo para "eu enganei vocês".

Eu ia dizer para você não perder tempo xingando e se concentrar em responder, mas compreendo que quando a pessoa tem argumentos fracos, e alguém fica insistindo em mostrar as falhas das suas análises (qual sua formação mesmo?), deve dar uma vontade grande de xingar. Desabafa, não guarda isso contigo que faz mal.

Kássia Tavares disse...

Você ficou tão excitada com a parte do texto que reforça uma ideia que você quer passar (é compreensível, é seu ganha-pão), que não prestou atenção na outra, onde ela nega o que você afirma.

Os fatos: a coordenadora da FGV fala em "ritmo de reajustes próximos à inflação" em 2013. O que é "próximo à inflação"? Pode ser 2%, 3%, 4% acima da inflação. Seria "próximo".

Agora, você talvez não tenha compreendido, ainda, a tese ideia que nós advogamos neste blog: não há bolha imobiliária no Brasil. Portanto, os preços dos imóveis não vão cair. Ao contrário, vão continuar a subir.

Eu nunca estimei valores fixos de valorização, como a coordenadora da FGV também não, já que isso seria, como eu disse, charlatanismo. No texto acima, a coordenadora da FGV tem uma opinião que corrobora nossa tese: a de que os preços vão subir em 2013 (em ritmo "próximo" à inflação", portanto, não vão cair). Ela não estima nenhum índice, e nós também não.

A minha opinião é a de que ritmo de valorização, em 2013, será superior ao da inflação (que, inclusive, pode ser "próximo", dependendo do que se considera "próximo"). E falo isso baseada no modelo econométrico da Universidade de Yale e do BIS:

http://www.politicaeconomia.com/2011/09/o-que-explica-valorizacao-nos-precos.html

Segundo esse modelo, os imóveis sobem respondendo diretamente ao PIB e inversamente aos juros. Como em 2013 deveremos ter PIB em alta e juros em baixa, a conclusão que se tira do modelo acima é que os imóveis terão valorização em 2013. Ponto.

"Você advoga o aumento da valorização em 2013
Ela diz o contrário, diminuição da valorização, que vai apenas seguir a inflação."


Sua tendência em mentir sobre as afirmações alheias parece ser um traço compulsivo. A coordenadora da FGV não disse que a valorização "vai apenas seguir a inflação". Isso é mentira da sua parte.

O que a coordenadora da FGV disse é que "a tendência é de aumentos menores nos preços dos imóveis daqui pra frente, com o ritmo de reajustes ficando próximo ao da inflação". Dizer que a "tendência de reajustes próximos à inflação" é totalmente diferente de dizer que "a valorização apenas vai seguir a inflação".


"Eu ia dizer para você não perder tempo xingando e se concentrar em responder"

Eu não xinguei ninguém. Apenas mostrei que você vem ao meu blog mentir. Se continuar a mentir, como você acabou de fazer neste post, eu sou obrigada a mostrar sua mentira. Isso não é xingamento. Isso e mostrar a verdade dos fatos.

mas compreendo que quando a pessoa tem argumentos fracos

Os meus argumentos poderiam até ser fracos, mas não são mentirosos, como os seus.

e alguém fica insistindo em mostrar as falhas das suas análises (qual sua formação mesmo?)

Minhas análises podem ter erros e falhas, mas você até agora não foi você que as apontou. Até agora a única coisa que vc fez foi mentir. E, como eu mostrei que vc mente, você fica bravinho, achando que estou te xingando. Errado. Eu apenas estou deixando claro que você mente.

Anônimo disse...

Olha que interessante:
"Preço do imóvel usado na capital cai 11% em agosto"
http://www.agora.uol.com.br/grana/ult10105u1164985.shtml

Kássia Tavares disse...

Realmente muito interessante. Segundo o Creci-SP, os imóveis usados em SP valorizaram 16,03% nos últimos doze meses, que está em linha com o que diz o Fipe-ZAP: valoruização de 17,9% em SP nos últimos 12 meses.

Outro ponto interessante foi o crescimento de 47,61% nas vendas de imóveis usados em SP no perído.

Além disso, aluguéis também subiram, assim como a contratação.

Ou seja, a queda de 11% em agosto apenas colocou o índice médio de valorização em linha com o que aponta o FIPE-ZAP, mostrando que o FIPE-ZAP é um índice muito bom e de qualidade.

http://www.crecisp.gov.br/exibir.asp?id=2449&edicao=590

Márcio Silveira disse...

Katia,

Seu destempero nas respostas não me deixa bravo. Atenho-me ao racional. Outra coisa que me chama atenção é seu apego pelo ipsis litteris e sua insistência em colocar na resposta um assunto que em nenhum momento eu questionei (existência de uma bolha imobiliária).

Esta sua afirmação vaga, "quem não comprar agora, vai pagar mais caro no futuro", equivale ao mesmo que um metereologista afirmar que "a temperatura vai se elevar no verão". Ok, mais qual é a expectativa de aumento de temperatura? É um calor sufocante ou vai ser um verão moderado? Se ele tem um modelo, tem premissas, ele faz uma estimativa (e isso não é coisa de charlatão, mas de profissional do setor que estuda a área...).

Quando você se posiciona de forma um pouco menos vaga, "haverá uma aceleração na valorização" conclui que "tenho a mesma opinião da coordenadora da FGV, com alguma diferença apenas na estimativa do nível que se verificará na valorização". Ora, esta é uma diferença fundamental! Ela diz que "tendência é de aumentos menores nos preços dos imóveis daqui pra frente", e você "haverá uma aceleração na valorização". Aumentos menores ou aceleração?! Verão moderado ou sufocante? Isso não é um detalhe.

É evidente que suas análises tem falhas, elas tentam justificar uma crença pré-existente! Você leu que quase 20% (19,6% para você não me chamar de mentiroso) dos empresários empresários da construção civil enxergam a insuficiência de compradores como um entrave aos negócios?! (link abaixo desta matéria no VE). Não confirma tua tese, desconsidera.

Bem, entendo que este é o "seu blog", não é um espaço de debate, é seu mundinho virtual onde você criou sua realidade virtual. Encerro por aqui. Mas não se leve tão a sério.

Kássia Tavares disse...

Atenho-me ao racional.

Até agora você se ateve às mentiras.

Outra coisa que me chama atenção é seu apego pelo ipsis litteris e sua insistência em colocar na resposta um assunto que em nenhum momento eu questionei (existência de uma bolha imobiliária).

Meu apego é aos fatos. Não adianta você mentir ao dizer "Você afirmou várias vezes que é preciso comprar agora". Eu não afirmei isso nenhuma vez, quanto mais "muitas".

O que me chama a atenção é o fato de você mentir insistentemente, de forma tão boba, e de tão fácil verificação. Você acha o que? Que suas mentiras não seriam confrontadas com os fatos?

Esta sua afirmação vaga, "quem não comprar agora, vai pagar mais caro no futuro", equivale ao mesmo que um metereologista afirmar que "a temperatura vai se elevar no verão". Ok, mais qual é a expectativa de aumento de temperatura? É um calor sufocante ou vai ser um verão moderado? Se ele tem um modelo, tem premissas, ele faz uma estimativa (e isso não é coisa de charlatão, mas de profissional do setor que estuda a área...).

A informação não é vaga. Ela é conceitual. Tem muito profeta e professor por aí falando que os imóveis vão cair de preço. Eu, e a coordenadora da FGV, dizemos o contrário: que vão subir. Isso que é fundamental.

Quando você se posiciona de forma um pouco menos vaga, "haverá uma aceleração na valorização" conclui que "tenho a mesma opinião da coordenadora da FGV, com alguma diferença apenas na estimativa do nível que se verificará na valorização". Ora, esta é uma diferença fundamental! Ela diz que "tendência é de aumentos menores nos preços dos imóveis daqui pra frente", e você "haverá uma aceleração na valorização". Aumentos menores ou aceleração?! Verão moderado ou sufocante? Isso não é um detalhe.

O modelo no qual baseio minhas opiniões está aí, e ele me diz que uma aceleração no PIB e uma redução dos juros leva a uma aceleração dos preços dos imóveis. Isso é a minha opinião.

É evidente que suas análises tem falhas, elas tentam justificar uma crença pré-existente!

Como eu disse, minhas análises podem ter falhas, mas elas não foram apontadas por você. Você ainda não demonstrou capacidade nem mesmo de entendê-las, quanto mais de criticá-las. E, para isso, precisa se valer de mentiras ou de fantoches, como esse último: "justificar uma crença pré-existente." Que crença é essa, filho? Pirou?

Você leu que quase 20% (19,6% para você não me chamar de mentiroso) dos empresários empresários da construção civil enxergam a insuficiência de compradores como um entrave aos negócios?! (link abaixo desta matéria no VE). Não confirma tua tese, desconsidera.

Não vi, mas vou procurá-la, já que vc nem mesmo de colocou o link. Mas, de qualquer forma, insuficiência de compradores é entrave aos negócios, não só aos imobiliários. Isso ninguém duvida.
Ocorre que não há insuficiência de compradores no mercado de construção civil no momento. Há, ao contrário, excesso, e é por isso que os preços vêm subindo.

Bem, entendo que este é o "seu blog", não é um espaço de debate, é seu mundinho virtual onde você criou sua realidade virtual. Encerro por aqui. Mas não se leve tão a sério.

Este é o meu blog onde coloco minhas opiniões baseadas em fatos, e não em mentiras, ou crenças.

Kássia Tavares disse...

Detalhe, com base no modelo de Yale/BIS abaixo.

http://www.politicaeconomia.com/2011/09/o-que-explica-valorizacao-nos-precos.html

entendo que é até possível fazer uma estimativa da trajetória dos preços dos imóveis, já que o modelo aponta intervalos de variação futura, inclusive com defasagem temporal, dos preços em resposta às alterações nas variáveis de análise (PIB, Juros e Bolsa de Valores).

Temos estimativas confiáveis de PIB e juros no Boletim Focus do BC, mas não temos estimativas confiáveis da BOVESPA em 2013. De qualquer forma, basta setar os intervalos dessas variáveis e projetar a valorização dos imóveis com base nisso.

Além disso, o modelo tem uma outra variável de difícil mensuração: notícias sobre preços de imóveis.

Ou seja, uma estimativa de valorização imobiliária para 2013 seria um intervalo, com um ponto inferior e um ponto superior, e, mesmo assim, poderiam ser superados, tanto abaixo quanto acima, pois poderia haver um impacto positivo ou negativo decorrente da influência da mídia.

Se ocorrer tal estimativa, e a metodologia adotada for explicitada, não seria charlatanismo, seria traçar um cenário. O problema quando chegam estimativas à imprensa sem embasamento nenhum, como já vi muitas vezes. Isso é imprensa série, nem vou falar de certos blogs por aí cheios de oráculos e profetas...

Anônimo disse...

concordo

Anônimo disse...

Realmente, os imóveis se valorizam eternamente. Com um negócio tão seguro e rentável, não sei como há gente que insiste em aceitar risco e investir em outros ativos não é mesmo?
Não pude deixar de notar, entretanto, que todas as notícias do site do CRECISP são positivas. Muito suspeito.

Anônimo disse...

Tolo aquele que trata a economia como ciência exata.
A história mundial já deu muitas, mas muitas provas que os cenários são absolutamente imprevisíveis. Sempre aparece alguém que diz "eu falei", mas DEPOIS que aconteceu a tragédia. Autores propõe modelos, equações complexas com múltiplas variáveis, mas tudo não passa de hipótese, não da nem pra chamar de teoria. E invariavelmente há dois polos: o pessimista e o otimista. Nenhum dos lados, seja o otimista, seja o pessimista, consegue garantir nada antes que a situação em si ocorra. Alguns falam com mais embasamento, outros com menos, mas certeza mesmo, non ecxiste.

Cambalhota disse...

Tia, já que o FipeZap pra vc é a verdade, a luz e a vida, por favor me explique o que o Coordenador do Índice acaba de afirmar:

http://www.ecofinancas.com/noticias/imoveis-investir-esperando-valorizacao-copa-olimpiadas-ilusao-diz-coordenador-fipezap

Cambalhota disse...

Ô tia, como pra vc o índice FipeZap é a luz, verdade e a vida, me explica por favor pq o Sr. Coordenador do índice me manda uma dessas:

http://www.ecofinancas.com/noticias/imoveis-investir-esperando-valorizacao-copa-olimpiadas-ilusao-diz-coordenador-fipezap

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