terça-feira, 25 de outubro de 2011

Setor Noroeste obtém vitória judicial contra índios do Santuário dos Pajés

A Juíza Selene Maria de Almeida derrubou, em 24/10/2011, a liminar que impedia as construtoras Emplavi, Brasal e João Fortes de iniciar as construções de seus empreendimentos imobiliários no Setor Noroeste de Brasília. Essa importante vitória das construtoras segue-se ao acordo celebrado com as demais comunidades indígenas que estavam ocupando a área de forma irregular.

Setor Noroeste - Indígenas

A liminar que caiu ontem tinha sido proferida pela juíza Clara Santos Mota, pois esta pretendia ouvir as razões pelas quais a FUNAI não acatava o laudo antropológico, feito a seu pedido, para avaliar se a área ocupada pelos índios no Noroeste era ou não indígena. Ocorre que o laudo foi feito de forma tão tendenciosa que a própria FUNAI se recusou a acatar tal absurdo, tendo em vista que tal "laudo" seria facilmente derrubado em instâncias judiciais.

Setor Noroeste de Brasília - Bairro Ecológico

Além disso, a decisão da Juíza Selene de Almeida faz sentido pois a área ocupada ilegalmente pelos índios no Noroeste é de 4 hectares, e as projeções dessas empresas estão fora dessa região em disputa, motivo pelo qual não faz sentido algum impedir que as empresas pudessem iniciar suas obras de construção do Setor Noroeste - que será o primeiro bairro ecológico do Brasil.

Assim, a EMPLAVI poderá iniciar as obras de dois de seus empreendimentos na região: o Residencial Bela Vista e o Residencial Jardins Alvorada, ambos localizados na SQNW 108, uma excelente quadra que será localizada bem ao lado do Parque Burle Marx.

O Residencial Bela Vista é um empreendimento de elevado padrão e luxo, confira as imagens.

Setor Noroeste - EMPLAVI - Residencial Bela Vista - Indígenas
Residencial Jardim Bela Vista - Emplavi - Índios Noroeste

Por outro lado, o Residencial Jardins Alvorada, que será construído também na SQNW 108 também é bastante sofisticado e conta com ótima localização nesse Setor Noroeste, que tem tudo para ser um dos melhores bairros de Brasília.

Jardins Alvorada - Emplavi - Indios Noroeste




Diversão continua

Apesar da decisão judicial, alguns grupos ainda vão tentar impedir o início das obras. Algumas dessas pessoas que estão organizando a manifestação contra o Setor Noroeste são os mesmos que fazem movimentos em prol da liberação da maconha.

Estudantes da UNB - Noroeste - Indígenas - Marcha da Maconha

Como mostramos em post anterior, tais pessoas - em geral estudantes desocupados da UnB - após o uso de substâncias alucinógenas, reúnem-se em frente a tais obras acreditando estarem no filme Avatar defendendo a Grande Árvore. Na imagem acima pode-se ver o manifestante (cujo twitter pode ser acessado aqui) convocando protesto contra o Setor Noroeste, sendo, na parte direita da imagem, aparece o mesmo usuário afirmando que "a maconha é uma delícia". O mesmo usuário pode ser visto neste vídeo em defesa da Marcha da Maconha.

Felizmente, o Poder Judiciário do Distrito Federal está novamente colocando ordem na questão, e acabando com a viagem de alguns apreciadores de maconha de Brasília que querem impedir as outras pessoas de fazer o que eles não têm ideia do que seja: empreender, construir e trabalhar.







30 comentários:

Marco disse...

Muito bom!! resumiu tudo que eu sentia a respeito dessas pessoas que se dizem estudantes.

Kássia Tavares disse...

Olá Marco. Obrigada pela visita.

Tentei fazer um resumo sobre essa pantomima no Noroeste. É surreal o que acontece, mas algumas coisas precisam ficar claras, como o fato de muitos desses "estudantes" contra o Noroeste serem os mesmos a favor da liberação da maconha.

Um abraço.

Muruá disse...

Texto horrível, omite várias questões dos indígenas e leva a crer que todos que defendem o cerrado e os indígenas usam maconha, ridículo! O Setor Noroeste é fruto de corrupção! A Emplavi, João Fortes e Brasal agiram de má fé!

M. Vitória disse...

Olá, Kássia,
você poderia me explicar, por favor, qual o problema quanto ao fato desses "estudantes" contra o Noroeste serem os mesmos a favor da liberação da maconha? e como baseado em apenas um militante dos dois movimentos vc conseguiu formular o raciocínio (?) todo?
Eu realmente não entendi sua associação de idéias.

você poderia, também, adicionar ao seu texto, uma outra coisa que também precisa ficar clara: AS MESMAS PESSOAS QUE ESCREVEM ESSE TIPO DE COISA (estou falando de você, inclusive) ESTÃO MUITO MAIS INTERESSADAS NA PRÓPRIA GARAGEM DO QUE EM QUALQUER OUTRA COISA e utilizam-se de seu parco raciocínio para defender apenas seus próprios interesses.
como podemos confirmar em afirmação dada por você nesse mesmo site em postagem anterior. (http://www.politicaeconomia.com/2011/10/santuario-dos-pajes-chega-ao-fim-ao-fim.html?showComment=1319648092147#comment-c3247379823394179498)

Se você acha divertido falar que as pessoas que estão defendo o cerrado e o Santuário dos Pajés (que não é uma ocupação ilegal, como vc disse) estão lá só pela Grande Árvore ( não que eu ache inteligente essa comparação com avatar, na verdade eu acho de uma pobreza degradante para seu texto pouco sério, mas para que você consiga acompanhar meu raciocínio) como se fosse apenas uma viagem de pessoas usuárias de maconha, ainda assim, considerando que esta Grande Árvore é a árvore DA VIDA, é um motivo muito mais nobre e sério do que se expor em falácias para defender a GARAGEM DO SEU PRÉDIO.

Informe-se.
Felizmente, ainda existem pessoas que querem impedir as outras de destruir o cerrado para fazer o que querem olhando só para o próprio umbigo: empreender e construir para especular.

Muruá disse...

Vale lembrar também que a decisão da Juíza Selene de Almeida cita os 50 hectares dos indígenas em litígio, e portanto não podem ter construção, então a ação das empresas foi um crime. Além disso, a atitude da magistrada é muito estranha pois tenta deslegitimar a decisão de outra magistrada que convocou uma reunião na FUNAI amanhã dia 27/10 no intuito de esclarecer a situação. Portanto, mais uma vez, os indígenas tem seus direitos, o laudo antropológico foi feito por pessoas renomadas que atuam na questão indígena há anos. E além do mais, ter essa comunidade onde está na capital federal é muito importante para as gerações futuras, diferente do Setor Noroeste que contribui para desigualdade social, desmatamento do cerrado e complicações urbanas..

Kássia Tavares disse...

Texto horrível, omite várias questões dos indígenas e leva a crer que todos que defendem o cerrado e os indígenas usam maconha, ridículo! O Setor Noroeste é fruto de corrupção! A Emplavi, João Fortes e Brasal agiram de má fé!

Prezado Muruá,

Veja a diferença e aprenda: enquanto eu mostro com fatos que pessoas que estão liderando essas mini-manifestações contra o Noroeste são as mesmas que lideram a Marcha da Maconha, a única coisa que você consegue fazer é afirmar que “o Noroeste é fruto de corrupção e que construtoras agiram de má fé”. Sinto lhe informar, mas apenas afirmar isso não faz com que “o Noroeste seja fruto de corrupção nem que empresas tenham agido de má fé”, mas tira toda a sua credibilidade.

Kássia Tavares disse...

você poderia me explicar, por favor, qual o problema quanto ao fato desses "estudantes" contra o Noroeste serem os mesmos a favor da liberação da maconha?
Não tem problema nenhum, são apenas fatos, querida M. Vitória. Entretanto como ninguém ainda tinha evidenciado esse aspecto (apesar das suspeitas), acredito que é extremamente saudável que todos saibam que alguns dos supostos estudantes que “lutam em favor dos indígenas” também lutam com a mesma disposição pela liberação da maconha.

Eu, particularmente, não dou a menor credibilidade para pessoas que fazem apologia do uso de substâncias ilícitas como a maconha, e talvez os magistrados e autoridades que tratam da questão no DF talvez devessem também atentar para esse fato. O meu post tem o mérito de evidenciar essa relação entre os manifestantes anti-Noroeste e pró-Maconha.
A conclusão fica a critério de cada um.

Kássia Tavares disse...

Vale lembrar também que a decisão da Juíza Selene de Almeida cita os 50 hectares dos indígenas em litígio, e portanto não podem ter construção.

Negativo. A decisão da juíza Selene Maria de Almeida reconhece o absurdo de se paralisarem obras em uma área que não estão judicialmente em litigio. A própria Justiça, apoiada pela FUNAI, já decidiu que os índios tem direito a 4 hectares.

Além disso, a atitude da magistrada é muito estranha pois tenta deslegitimar a decisão de outra magistrada que convocou uma reunião na FUNAI amanhã dia 27/10 no intuito de esclarecer a situação.

Na realidade o objetivo dos indígenas não é esclarecer nada. O que eles querem é que a FUNAI criasse um grupo de trabalho com antropólogos e etc para ficarem estudando a questão eternamente pagos com dinheiro público.

M. Vitória disse...

Sinto lhe informar, mas o fato de que única coisa que você consegue fazer é manipular fatos para ligar abobrinha com chuchu para defender a garagem do SEU prédio "de elevado padrão e luxo" tira toda sua credibilidade.

Kássia Tavares disse...

M. Vitória, o que tira credibilidade não é apresentar fatos como eu apresentei. O que tira credibilidade é defender o uso de drogas em um dia, e no outro posar de ecologista-preocupado-com-o-cerrado. Como levar em consideração o que falam pessoas cujas mentes estão sofrendo alucinações pelo uso de substâncias ilícitas?

M. Vitória disse...

Como levar em consideração o que falam pessoas cujas mentes estão sofrendo atrofia pela ganancia do dinheiro e da especulação imobiliária ilícita?

como levar adiante uma discussão com tais pessoas?
não dá.

Kássia Tavares disse...

Como levar em consideração o que falam pessoas cujas mentes estão sofrendo atrofia pela ganancia do dinheiro e da especulação imobiliária ilícita?

Ilícito é o consumo de drogas. Ilícito é ocupar ilegalmente áreas públicas. Ilícito é tentar impedir os outros de trabalhar.

O Noroeste faz parte do projeto Brasília Revisitada do urbanista Lúcio Costa, atende ao tombamento, foi legalmente implantado. O resto é conversa para índio dormir.

Muruá disse...

Kássia Tavares, Grato por dar este espaço para esclarecermos estas questões. Tanto a mídia quanto seu site tem noticiado de forma infeliz os acontecimentos. Respondendo suas ponderações e colocando os argumentos, pontuo abaixo:

1- O Brasília Revisitada de Lúcio Costa dizia que o Setor Noroeste deveria ser construído caso houvesse necessidade, e mesmo assim para as classes C,D e E. Há muitos outros locais para as pessoas com alto poder aquisitivo como Águas Claras, Lago Sul, Sudoeste, Taquari...além de varias outras edificações pelo DF. Portanto este argumento bastante utilizado pelo corrupto Arruda não serve Kássia.

2- O Setor Noroeste foi aprovado graças a aprovação do Plano Diretor das Cidades que segundo a operação Caixa de Pândora deputados distritais receberam propina para aprová-lo. O governo que lançou a pedra fundamental deste bairro teve seu governador preso em pleno carnaval.

3- Há outras irregularidades em relação ao bairro como o projeto do Parque Burle Marx que não foi licitado, a destruição de árvores nativas protegidas por lei como o Pequizeiro e claro a desconsideração da terra indígena ao venderem os lotes.

4- Segundo a constituição federal e o STF quem define o que é terra indígena é o estudo antropológico e o processo de demarcação da FUNAI. Este processo já teve início com a criação do laudo muito bem feito pelo Dr. Jorge Eremites, apoiado pela Associação Brasileira de Antropologia (ABA). Nele a área de 50 hectares defendida agora pelos indígenas pode ser até maior posteriormente.

5- A construtora João Fortes mesmo com a decisão Judicial da Juíza Clara Mota do dia 13 de outubro desmatou ilegalmente área próxima ao Santuário dos Pajés. Mais uma ilegalidade.

Enfim, até agora seu único argumento, totalmente sem base, sem provas, é a de dizer que no movimento em defesa do cerrado e do Santuário dos Pajés há pessoas que utilizam substâncias ilícitas, em particular a maconha. Isso não muda em nada as irregularidades legais e morais de todos envolvidos na construção do Setor Noroeste. Você deveria ter vergonha em defender este bairro para um futuro mais pleno para seus filhos. Sei que não vou mudar seu pensamento mas,em breve voce vai lembrar disso e se juntar aos de bem.

Kássia Tavares disse...

1- O Brasília Revisitada de Lúcio Costa dizia que o Setor Noroeste deveria ser construído caso houvesse necessidade, e mesmo assim para as classes C,D e E. Há muitos outros locais para as pessoas com alto poder aquisitivo como Águas Claras, Lago Sul, Sudoeste, Taquari...além de varias outras edificações pelo DF.

E você não acha que há necessidade? O metro quadrado no Plano Piloto está acima de R$ 10 mil reais, o que evidencia a escassez de oferta de imóveis no Plano Piloto. Então está mais do que provado que HÁ a necessidade. Ponto.

2- O Setor Noroeste foi aprovado graças a aprovação do Plano Diretor das Cidades que segundo a operação Caixa de Pândora deputados distritais receberam propina para aprová-lo. O governo que lançou a pedra fundamental deste bairro teve seu governador preso em pleno carnaval. .

Se houvesse qualquer ilegalidade ambiental no Noroeste o IBAMA – que é órgão competente para avaliar esse tipo de questão – não teria dado o OK para o Setor Noroeste. O IBAMA é vinculado ao Governo Federal e não ao GDF. E o IBAMA deu o OK para a construção do Noroeste. O IPHAN, que cuida da questão do patrimônio histórico também deu o OK. Isso são os fatos.

3- Há outras irregularidades em relação ao bairro como o projeto do Parque Burle Marx que não foi licitado, a destruição de árvores nativas protegidas por lei como o Pequizeiro e claro a desconsideração da terra indígena ao venderem os lotes. .

Como informamos acima o Setor Noroeste obteve a aprovação do IBAMA, que é o órgão competente para tratar de questões ambientais. E o IBAMA fez o RIMA do Noroeste com base na legislação aplicável ao setor.

4- Segundo a constituição federal e o STF quem define o que é terra indígena é o estudo antropológico e o processo de demarcação da FUNAI. Este processo já teve início com a criação do laudo muito bem feito pelo Dr. Jorge Eremites, apoiado pela Associação Brasileira de Antropologia (ABA). Nele a área de 50 hectares defendida agora pelos indígenas pode ser até maior posteriormente. .
Segundo a CF/88 quem define o que é terra indígena é a FUNAI. E a FUNAI já se manifestou oficialmente que no Setor Noroeste não há qualquer terra indígena.

Enfim, até agora seu único argumento, totalmente sem base, sem provas, é a de dizer que no movimento em defesa do cerrado e do Santuário dos Pajés há pessoas que utilizam substâncias ilícitas, em particular a maconha. .

As provas estão todas lá. O twitter do cidadão está linkado, as fotos também e o vídeo também. Então o que não faltam são provas de que integrantes do grupo de pessoas que protesta contra o Noroeste integram também as marchas pela liberação da maconha. Eu não dou credibilidade a quem usa maconha, e acredito que juízes e autoridades e imprensa também não deveria dar. Pelo menos agora estão informados dos fatos.

Kássia Tavares disse...

Resolvi fazer um artigo rebatendo as argumentações do pessoal que faz passeata em favor da maconha e também contra o Noroeste.

Artigo publicado no seguinte link:

http://www.politicaeconomia.com/2011/10/o-setor-noroeste-em-brasilia-os-indios.html

Pitanga disse...

Nauseante esse notícia! Muito triste ver o cerrado destruido para dar lugar a prédios de ricos em que o metro quadrado chega a 15 mil. Lugar este que nem poderemos chegar perto. Mas os ricos sim, terão uma otima vista para as palmeiras e coqueiros que serão plantados no lugar do que um dia foi cerrado!

Gabriela Ramos disse...

Se isso foi uma tentativa de fazer jornalismo, foi TOTALMENTE frustrado. A reportagem, matéria (sei lá o que é isso, não consegui identificar!)é puramente mercadológica. Não leva em conta a real história, é completamente subjetiva e fica fazendo propaganda da EMPLAVI. Uma decepção. E só pra constar, sou estudante da UnB, não sou nenhuma desocupada e não uso drogas!

é de som disse...

"E você não acha que há necessidade? O metro quadrado no Plano Piloto está acima de R$ 10 mil reais, o que evidencia a escassez de oferta de imóveis no Plano Piloto. Então está mais do que provado que HÁ a necessidade. Ponto."
Você, está claramente interessada em defender essa corrupção, Dona Katia Weslian Roriz, saiba que nao há necessidade porque para ser liberado o setor noroeste a Terracap teve que assinar um TAC que diz que em BsB há 53.000 imóveis desativados, que só visam a especulação imobiliária. você deve estar doida pra ganhar um apê lá e porque não tem condições de comprar fica com esse discursinho barato defendendo pra ver se alguém se comove e lhe passa um apartamento proprina. A moeda de troca do noroeste é essa: Apartamento Propina. Quem é que tem condições de comprar um apartamento de 2 quartos que custa R$1.328.222,00????? somente laranjas de corruptos iguais a vocês.

Kássia Tavares disse...

você deve estar doida pra ganhar um apê lá e porque não tem condições de comprar fica com esse discursinho barato defendendo pra ver se alguém se comove e lhe passa um apartamento proprina. A moeda de troca do noroeste é essa: Apartamento Propina.

Não preciso que me deem nada porque eu, ao contrário de vocês, trabalho e posso pagar um apto no NW como estou pagando. Segundo que, pelo jeito, você, que se identifica “é do som”, a julgar pelos seus blogs, é um petralha. Realmente petralhas entendem bastante de propina.

Quem é que tem condições de comprar um apartamento de 2 quartos que custa R$1.328.222,00????? somente laranjas de corruptos iguais a vocês.

Quem tem condições de comprar apto no Noroeste é gente que faz uma coisa que você não tem a menor ideia do que seja: TRABALHAR. Agora, é claro que quem fica fumando maconha e impedindo os outros de trabalhar e construir, como vocês, não terá nunca condições de comprar um apto lá. Então só restará acusar os outros, que é a única coisa que vocês sabem fazer. Meus pêsames para você. Espero que você, é do som, supere isso, deixe o petralhismo de lado, e passe a produzir algo de útil para a sociedade.

Saúde Mental: Clínica, Políticas e Instituições disse...

É lamentável falar que o noroeste é uma coisa legal e sem corrupção, isso que esta passando os indígenas é tudo culpa do PDOT

Kássia Tavares disse...

É lamentável falar que o noroeste é uma coisa legal e sem corrupção, isso que esta passando os indígenas é tudo culpa do PDOT

Primeiro que não são indígenas. Segundo que meu artigo Setor Noroeste, os índios, os mitos e os fatos esclarece a questão do PDOT e outras por completo.

Lucas Videoarte disse...

Essa decisão não é a da mesma que liberou cultivo dos transgenicos no Brasil pela montsanto sem estudos prévios de impactos ambientais?

Lucas Videoarte disse...

inclusive.. envolvida tb na questão da Raposa serra do sol?

Kássia Tavares disse...

Essa decisão não é a da mesma que liberou cultivo dos transgenicos no Brasil pela montsanto sem estudos prévios de impactos ambientais?

Querido, não confunda as coisas. Ao que parece você também faz parte da equipe que luta pela liberação da maconha. A decisão judicial que tratamos neste post refere-se à derrubada de uma liminar, por um Tribunal Superior de Brasília, que impedia o início de obras em alguns locais no Setor Noroeste. Absolutamente nada a ver com a questão da Raposa Serra do Sol.

Ray do Rock disse...

Mais uns links desses neo-indigenistas que fazem Orlando Villas-Boas se revirar no tumulo.

http://ciberguerrilhamidiatica.blogspot.com/search/label/especula%C3%A7%C3%A3o%20imobili%C3%A1ria

http://ciberguerrilhamidiatica.blogspot.com/search?updated-max=2007-11-08T04%3A14%3A00-02%3A00&max-results=7

http://tvtatica2.blogspot.com/search/label/marcha%20da%20maconha

Precisa dizer alguma coisa?

Iara disse...

Grande discurso! Jornalismo desqualificado é isso mesmo! Hahahahahaha

Um salve para todas aquelas e aqueles que continuam trabalhando para que a justiça p/ com os povos indígenas no Brasil. E que, ao contrário do que diz esta mulher tão preconceituosa, trabalhamos, estudamos e nem por isso somos cúmplices ou tolerantes com este empreendimento óbviamente corrupto.

Lucas Videoarte disse...

Me desculpe cara jornalista, mas a justiça no Brasil é pautada em antecedentes, e o que antecede esta decisão da juizá é um histórico de decisões polemicas.. este é o caso questionado.. embora sua técnica de autopromoção venha dando certo, apoiando suas pautas em ganchos de manchetes polemicas para então se tornar reconhecida pelo pífio e comprado trabalho jornalistico... paz, felicidades e juízo para você.

Kássia Tavares disse...

Parabéns ao GDF: Lugar de desocupado filhinho de papai metido a ambientalista é na cadeia:

http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2011/11/policia-prende-12-apos-novo-conflito-sobre-reserva-indigena-no-df.html

Kássia Tavares disse...

Parabéns à EMPLAVI que vai acionar judicialmente os desocupados da UNB.

http://www.politicaeconomia.com/2011/12/emplavi-aciona-judicialmente-os.html

Henrique disse...

Nossa, quanta arrogância. Desce do pedestal, Kássia. Aprenda a ponderar melhor seus comentários, você fala como se todos os estudantes da UnB fossem desocupados. Talvez o engenheiro que está fazendo os cálculos estruturais do seu futuro apartamento é formado pela UnB.

Postar um comentário

Observação: comentários que contenham palavras de baixo calão (palavrões) ou conteúdo ofensivo, racista, homofóbico ou de teor neonazista ou fascista (e outras aberrações do tipo) serão apagados sem prévio aviso.

alert('Olá prazer em conhecê-lo!'); alert('Olá ' + comment.authorUrl + ', prazer em conhecê-lo!');